domingo, maio 28, 2006
terça-feira, maio 23, 2006
ALDEIAS- Covelo de Paivó
Covelo de Paivó é uma bela aldeia situada na margem direita do rio Paivó. É sede da freguesia com o mesmo nome. Concelho de Arouca. Diocese de Viseu. Distrito de Aveiro.
É uma terra de boas gentes, gente de trabalho.
A agricultura e a pastorícia têm ainda hoje um papel importante nesta região de paisagens virgens e incomparáveis da qual a aldeia tradicional e o Rio Paivó, com as suas águas cristalinas fazem parte integrante.
Covelo sofre como muitas das aldeias vizinhas a interioridade. Dista de arouca cerca de 25 km's.
festas e romarias:
| Festa do Senhor | No dia do corpo de Deus | |
| Festa de S. Pedro | 29 de Junho |
site oficial da junta de fregusia de Covelo de Paivó:
http://covelodepaivo.aroucanet.com/
Visitem!! Vai valer a pena!
segunda-feira, maio 22, 2006
quinta-feira, maio 11, 2006
Onde pára??
Quem a retirou? Porque não foi colocada de novo?
Pois esta placa foi mandada fazer pelo próprio padre David, em vida, e foi assim que ele queria que no futuro, fosse homenageado.
Foi um homem que em vida fez muito por Cabril, conseguiu a luz eléctrica, o telefone, a feira mensal, as obras na capela do mártir S. Sebastião (como o conhecíamos antes das ultimas), entre outras. Acima de tudo, foi um Homem com H grande. Merecedor da homenagem que lhe foi feita á cerca de 14 anos, pela junta de freguesia.
Resta perguntar se deixou de merecer a homenagem.
Obviamente, continua a merecer a homenagem de todos os cabrilenses, por isso não podem ser meia dúzia de pessoas a deixar perder esta homenagem. Portanto pede-se a quem a retirou, ou á junta de freguesia (entidade promotora da homenagem), que devolva a placa ao seu lugar próprio.

texto: Pedro Figueiredo
segunda-feira, maio 08, 2006
poemas exprexxex 3
ficar aí comtigo
ninguem sabia
ter-te comigo
tive duvidas
exitei
até que me apaixonei
Detesto partidas
para mim
foste varinha de condão
por fim abriste-me o caração
Detesto despedidas
de quem gosto
nunca são perdidas
imagens do seu rosto
todas terão
em mim, posto
no meu coraçao.
sm'06
quinta-feira, abril 27, 2006
poemax exprexxex 2
É urgente um barco no mar.
É urgente destruir certas palavras,
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos,
muitas espadas.
É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rio
se manhãs claras.
Cai o silêncio nos ombros e a luz
impura, até doer.
É urgente o amor, é urgente
permanecer.
Eugénio de Andrade
quarta-feira, abril 26, 2006
25 DE ABRIL SEMPRE! VIVA A LIBERDADE!!
quinta-feira, abril 20, 2006
que se foda...
Mais um dia quase passado, mais um dia fodido. Testes, saudades de casa, da família, da miúda. Dia de merda este, chuva, nublado, triste, aborrecido… espero que amanha seja melhor, não me parece… aula pratica ás 8 horas, até ao meio-dia, á pois é, 4 horinhas seguidas desta merda que é a química analítica.
Tirem-me daqui…
Resta-me pensar pelo lado positivo, amanha já é sexta-feira, já posso bazar… ir para onde me sinto bem, saltar para a água como um peixe faz quando está fora do seu habitat. Ando fodido com esta merda toda… melhores dias virão… diriam os optimistas, o pior já passou, vai melhorar…. Se não melhora? Que fazer? Lutar, talvez, e se acabarem as forças, a vontade,… lá se vai esta merda toda,… sim, não… que se fôda… vou mergulhar nas minhas águas, vou respirar, e logo se verá.
Talvez um dia… volte a morder o anzol, talvez ainda consiga…
A vida é fodida…
quinta-feira, abril 06, 2006
as formas de... um dia
Pois é... chega-se o fim de um mais um dia, são 23h 50min. Este começou especial era o dia em que podia haver (h)istoria, o Benfica ia pela primeira vez na minha vida, na que me recordo, fazer istoria na Europa, passei o dia a pensar tanto nisso que só me lembrei que estavam a jogar já lá iam 12 minutos. Caiu a noite foi-se perdendo a luz do dia, foi-se perdendo a luz do sonho. Sofreu-se bués, ganda desilusão, mas o nosso glorioso é sempre glorioso e como tal e passados alguns minutos e algumas conversas com a concorrência interna, logo se concluiu, foi uma glória, afinal onde ficaram os outros. Afinal só perdemos com o Barça 2-0. Afinal só foram 2, outras vezes houve que foram muitos mais. Desta vez saímos bem, saímos de cabeça levantada, demos tudo, os outros foram melhores.
Pois é… Vai um joginho de bilhar? Yap… sim, não, lets go. É preciso descontrair, sim descontrair, um gaijo não é de ferro, entre Betos e Simões, dos primeiros sempre desconfiei dos segundos nem por isso, mas também, um gaijo tem coração, esse órgão que serve para tudo o que é regular emoções e tem que ser osmoticamente relaxado. Pela primeira vez ganhei um pseudo-campeonato nesta terra húmida e de temperaturas amenas, é verdade… ganhei, salvou-se o dia. Afinal, o mais importante mesmo é derrotar quem me defronta, no bilhar. Pois disso depende a vida, o mundo, sim… a vida, o mundo de quem tem aquelas maravilhas, de varias cores, todas da mesma forma. Dessas formas, que perto do tal órgão, gosto eu, mas um pouco de tamanho maior…
quarta-feira, abril 05, 2006
segunda-feira, abril 03, 2006
quinta-feira, março 30, 2006
poemax exprexxex
Solidão
É morte lenta
Que se aguenta
Como uma indigestão
Alegria
É fruto da placenta
Que se inventa
Com companhia
Ódio
É como menta
Que se lamenta
O seu ardório
É vida que aumenta
Que se movimenta
Como uma flor.
SM’06
terça-feira, março 21, 2006
Dia munidial da poesia, eis um poema.
Pescaria
Vai, toma cuidado
Chove pouco, tempo quente
Peixe é mais frequente
Mas continua nublado
De repente
Água por todo o lado
A custo agasalhado
Vento de poente
Salta atrapalhado
Pica lá na frente
Pula de contente
Com mais um amarelado
Cidadão acomodado
Começa descontente
De forma surpreendente
Vê-se desafiado
De repente
Aparece em todo lado
Primeiro calado
Depois veemente
Corre desenfreado
Pesca euros supostamente
Acaba contente
Mas mais revoltado
Ao começo, falsamente
Muito incentivado
Depois odiado
Ser irreverente
Mais um peixe contado
Cardume descontente
Mas fala cuidadosamente
Do próximo contemplado
Por fim, lentamente
Cai a noite, conta-se o pescado
Revela-se o felizardo
Festa e lágrimas, literalmente.sm'05
quarta-feira, março 08, 2006
e esta em...
Portugal tem um problema agrícola:
Excesso de nabos,
Falta de tomates,
E muito grelo abandonado.
segunda-feira, março 06, 2006
E eu tive lá ontem.....
Muitos são os passeantes que diariamente percorrem o maciço da Serra de Freita
Arouca é um concelho de múltiplos encantos e muitos são os passeantes que diariamente percorrem o maciço da Serra da Freita. Aliás, este local, que demonstra grande riqueza da Natureza, contempla dois concelhos, os de Arouca e Vale de Cambra. A Natureza foi pródiga para com a Serra da Freita e se as «pedras parideiras», raríssimas no Mundo, por aí foram germinando, encontrando-se sobretudo junto à aldeia de Castanheira (segundo os entendidos, levaram mais de 500 milhões de anos a transformar-se), também subsistem na Freita espécimes vegetais únicas, como as «Turfeiras», que recentemente foram objecto de protecção e têm nos movimentos ecologistas os seus maiores protectores.
Mas, que o homem desde há milhares de anos por aí andou e viveu é uma certeza que foi legadas pelos vestígios que aparecem no planalto da Freita.
Mamoa de Monte Calvo
Na Portela da Anta existe uma mamoa construída por um anel de blocos assente sobre a sua couraça lítica, apresentando uma planta subcircular, com um diâmetro que ronda os 12 metros. Numa depressão desta mamoa, está contida uma estrutura subrectangular, inicialmente tida como uma sepultura, mais tarde interpretada como uma cabana do período Neolítico. Foi descoberta em 1959 e tem sido alvo de diversos estudos arqueológicos.
Esta denominada Mamoa de Monte Calvo, datada do final da Idade do Bronze, ou seja, mais ou menos dois mil anos antes de Cristo, trata-se de uma estrutura funerária tipo cista (muito destruída), coberta por um «túmulus petreo» ou «cairn». O espólio recolhido de reduzidas dimensões e de fabrico manual aponta, em termos de cronologia, para o Bronze Final. Foi alvo de escavações em 1991, segundo informa o IPA - Instituto Português de Arqueologia.
Este monumento merece pois uma visita cuidada à Serra da Freita. Contudo, e tal como já referido, não só os monumentos megalíticos fazem a riqueza deste local privilegiado do concelho de Arouca. São muitos os motivos naturais com que esta região do distrito de Aveiro foi bafejada pela Natureza, o que a torna bastante interessante em termos turísticos.
Texto tirado de "O Primeiro de Janeiro"
Foto achada no "Mala de Porão"
texto retirado integralmente de:http://aroucabiz.blogspot.com/
quarta-feira, março 01, 2006
"Discurso da desobediência"
" Discurso da desobediência

Prometo ser desobediente
E contestar todas as regras
Que não entenda, que não apreenda
Que não me expliquem
E que interfiram com a minha liberdade.
Prometo ser inconformada
Se ser conforme for assumir formas
Que não a minha
E conformada for aceitar
A imposição e aborrecimento duma rotina.
Prometo ser mal-educada
E mandar à merda quem me disser:
Sê conformada, tem paciência
A vida é isto, a vida é assim.
Prometo ser inconveniente
Se a conveniência não me servir
E conveniência for conivência
Aceitação, anulação e conformismo.
Ninguém nasce de trela e mordaça
Portanto, eu
Prometo ser eu!
Desobediente, inconveniente
Inconformada, mal-educada
E mandar à merda vida e regras
Quando e se me apetecer.
In "Encandescente", pág. 21, edição Polvo 2005
Foto:Elena Vasilieva "
do blog: http://eroticidades.blogspot.com/
VERGILIO FERREIRA 9 anos depois

"Deus inventou o sexo, nós inventámos o amor. Ele tinha razão".
"O corpo entende-se, a alma compreende-se."
"Ama o próximo como a ti mesmo. É um grande risco. Eu, por exemplo, detesto-me."
A 28 de Janeiro, sexta-feira, de 1916, em Melo, concelho de Gouveia, nasce Vergílio António Ferreira.
Morre em Lisboa, a 1 de Março de 1996 e é sepultado na sua terra natal.
Ainda hoje, passados 4 ou 5 anos me sinto influenciado pela "aparição", livro que estudei no meu 12º ano e que gostei muito de ler.

1916-1997
mais em:
http://vferreira.no.sapo.pt/main.html
http://www.instituto-camoes.pt/cvc/filosofia/1910j.html
quinta-feira, fevereiro 23, 2006
ZECA AFONSO : 19 anos depois
José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos (ZECA AFONSO) nasceu em Aveiro, a 2 de Agosto de 1929, filho dum magistrado e duma professora primária. A infância reparte-se entre Aveiro, Angola,
Moçambique,Belmonte e Coimbra.
Em 1958 José Afonso grava o seu primeiro disco "Baladas de Coimbra""Os Vampiros" que, juntamente com "Trova do Vento que Passa", escrita por Manuel Alegre e cantada por Adriano Correia de Oliveira, constituem um marco fundamental da canção de intervenção e de resistência antifascista.
enquanto acompanha o movimento em torno da candidatura presidencial de Humberto Delgado. Mais tarde grava
Em 1964 parte para Moçambique. Professor de liceu, desenvolve uma intensa actividade política contra o colonialismo, o que lhe traz problemas com a PIDE e com a administração colonial. Mais tarde regressa a Portugal onde é colocado como professor em Setúbal, mas posteriormente é expulso do ensino. Para sobreviver dá explicações e grava o seu primeiro LP, "Baladas e Canções".
Em 1967-70, Zeca protagoniza uma intervenção política e musical ímpar, convertendo-se num símbolo da resistência. Várias vezes detido pla PIDE, mantém contactos com a Luar, PCP e esquerda radical. Em 69 participa no 1o Encontro da "Chanson Portugaise de Combat" em Paris e empenha-se fortemente na eleição de deputados à Assembleia Nacional da CDE de Setúbal, gravando tambem o LP "Cantares do Andarilho", recebendo o prémio da Casa da Imprensa pelo melhor disco do ano, e o prémio da melhor interpretação. Alvo de sensura José Afonso passa a ser tratado nos jornais por Esoj Osnofa!
Com os arranjos de José Mário Branco, em 1971, edita "Cantigas do Maio", Neste álbum surge "Grândola Vila Morena" que se tornará um símbolo da revolução de Abril. Desde então Zeca participa em vários festivais. É publicado o livro "José Afonso", coordenado por Viale Moutinho. É lançado o LP "Eu vou ser como a toupeira". Em 1973 canta no III Congresso da Oposição Democrática e grava "Venham mais cinco".
Após a Revolução dos Cravos, participa em numerosos "cantos livres" e grava o LP "Coro dos Tribunais", onde conta com a colaboração de Fausto, Adriano Correia de Oliveira, Vitorino e José Niza, entre outros. Em 1975 canta em inúmeros espectáculos de dança e lança "Com as minhas tamanquinhas".
Em 1976 apoia Otelo Saraiva de Carvalho na candidatura à presidência da república. Em 1981 Actua no Theatre De
Em 1985 José Afonso já se encontra doente. O Coliseu de Lisboa é o palco do seu último espectáculo. As homenagens multiplicam-se e é condecorado com a Ordem da Liberdade. Já muito enfermo, em 1985, apoia a candidaduta de Lourdes Pintassilgo à presidência da república. É editado o seu último disco, Galinhas do Mato.
A 23 de Fevereiro de 1987 morre no Hospital de Setúbal

















