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segunda-feira, junho 17, 2013

"Eles andam cá todos!"

Ontem decorreu mais uma edição da feira anual de Moimenta em Cabril, e mais uma vez contou com muita assistência. Mais uma vez a junta de Cabril deu um forte contributo para promoção da raça Arouquesa  e ao mesmo tempo promoveu Cabril e os seus agricultores. É um investimento e não uma despesa!
Precisa-se ainda de mais iniciativas que consigam, como esta, promover a nossa terra e ajude as suas gentes!

Este é ano de eleições, e como tal, não podiam faltar os políticos! A expressão mais ouvida por lá foi "Eles andam cá todos!", ou "Este ano já cá aparecem!" ...
De facto, apareceram os candidatos do PS, PSD e CDS à câmara de Castro Daire, é perceptível por toda gente a razão pela qual vieram, apesar de legitima a sua presença.
Legitimo é também questionar-mo-nos.

- Que terão eles para prometer desta vez?

- Será que vêm de novo prometer a requalificação da EN 225?

- Que têm a dizer estes 3 candidatos e os seus partidos sobre o estado da EN 225?
- Que têm a dizer sobre o encerramento dos serviços públicos?
- Vêm prometer de novo a requalificação da estrada Mosteiro - Moimenta?
- Vêm de novo prometer melhorar o abastecimento de água a Santarém, Crasto, Outeirinho, Vitoreira, Lodeiro?
- Vêm de novo prometer uma mini zona industrial?
- Vêm prometer uma praia fluvial para um rio onde sempre descarregaram os esgotos?
- Vêm prometer reformas, subsídios, empregos?
- Vêm agora passados 4 anos oferecer beijos e abraços?

domingo, março 24, 2013


Situa-se na Freguesia de Cabril, Concelho de Castro Daire, Distrito de Viseu.
As minas de Moimenta de Cabril, segundo testemunhos de antigos mineiros, eram um complexo bem organizado e que dispunha de bons equipamentos. O uso de martelos pneumáticos e explosivos era habitual na abertura das galerias (Ferreira, 1955).
“Trabalhei dentro das minas a furar; era tudo furado com martelos de ar…depois era carregado o fogo (explosivos) e fazia-se o rebentamento. As minas tinham várias aberturas…”  [Residente em Moimenta, António Mendes Pinto, 74 anos].
Este complexo possuía também a sua própria lavaria “Quando era nova com vinte e poucos anos trabalhei na lavaria. As pedras eram moídas, seguiam para umas mesas e depois a água e ácido ajudavam a separar o volfrâmio, eu digo ácido porque a minha roupa ficava toda queimada…”  [Residente em Moimenta, Alice Duarte da Silva, 78 anos].
Estas minas possuem ainda um património industrial importante. Ainda se pode observar os carris dos vagonetes que transportavam o minério. Quando carregados, circulavam quase por gravidade, quando vazios a mão humana os empurrava até ao local da carga.
Uma boa observação da zona permite constatar da complexidade deste empreendimento (Ferreira, 1955).

domingo, março 17, 2013

Promessas leva-as o vento...

Apesar das promessas sucessivas de alargar, requalificar, melhorar ... e ainda por cumprir, apesar das dificuldades financeiras provocadas pela má gestão camarária, pela má definição de prioridades, apesar de já não ser só de hoje... será que não há um pouco de alcatrão para tapar os muitos buracos da estrada que liga Mosteiro-Moimenta?

É uma falta de respeito, sujeitar quem paga os seus impostos a passar nesta estrada em Cabril!




domingo, fevereiro 24, 2013

Arouca musealiza minas de volfrâmio que alemães e ingleses partilharam na 2.ª Guerra

Arouca, 24 fev (Lusa) 
 A Câmara de Arouca quer transformar em museu as minas de volfrâmio de Rio de Frades, onde, na II Grande Guerra, os inimigos ingleses e alemães exploravam minério e chegaram a partilhar as despesas de uma estrada comum.

A história foi recordada à Lusa pelo presidente da autarquia, José Artur Neves, que declara que a candidatura agora apresentada à Comissão Europeia para reconhecimento do valor patrimonial das minas se deve precisamente ao trabalho aí desenvolvido em meados do século XX, em termos industriais e humanos.

"Isto era um complexo enorme, com casas para os mineiros, refeitório, lavandaria, laboratório, farmácia, tudo", conta o autarca. "Chegaram a trabalhar aqui 3000 pessoas em simultâneo, com o volfrâmio a ser todo exportado para satisfazer as necessidades de armamento militar da guerra".

in: http://visao.sapo.pt/arouca-musealiza-minas-de-volframio-que-alemaes-e-ingleses-partilharam-na-2-guerra=f714744#ixzz2LqVtVbpy