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domingo, maio 26, 2019

domingo, maio 06, 2018

Resposta ao comunicado do Ex-Presidente da Junta de Cabril, sr. Prof. Zeca.



O Sr. Prof. Zeca, ex-Presidente da Junta de Cabril e atual vogal em segundo lugar na lista para contornar a lei de limitação de mandatos, acusa-me de faltar à verdade nas ultimas publicações em que tenho vindo a publico informar os meus conterrâneos, coisa que pelo vistos não agrada a quem nunca quis fazer politica esclarecendo os cidadãos, mas eu que sempre o fiz desde que atingi a maioridade, e que muitas das vezes ajudaram estas mesmas pessoas a serem eleitas, nessa altura eu tinha as costas largas e servia de escudo para aquilo que muitas vezes se fez de forma errada, e pela calada, e que me foram imputadas tendo sido criadas e executadas por quem realmente beneficia da atual posição de poder. As publicações que tenho feito baseiam-se nos documentos fornecidos aos membros da assembleia pela própria junta, e se falto à verdade é porque esses documentos não refletem a verdade das contas, coisa que já na declaração de voto contra tinha referido. Essas contas escondem, os tais factos que o sr. Ex-presidente da Junta diz serem lesivos e contrários à lei, e que acaba de admitir neste comunicado que realmente existem. Estas contas, apresentadas no documento enviado aos membros da assembleia, não estão corretas como o próprio ex-Presidente da Junta o admite referindo mesmo que “as contas ainda não são definitivas”.  Refere ainda que houve material que não foi usado e que deixaram passar da validade, pois isto só acontece em casos de má gestão dos stoks e porque não fizeram os procedimentos como é recomendável, pois se tivesse sido feito um concurso publico para o fornecimento dos produtos para venda ao publico no bar, para além de ser possível obter melhores preços que nos hipermercados, seria possível ajustar melhor o fornecimento aos gastos, assim como seria mais transparente todo o processo e mais fácil de se mostrar que aquilo que se comprou foi realmente para se vender.
Outra questão que não refere, ou que não lhe interessa dizer, é como é que foi possível gastar 11669,95 euros de mercadoria para vender por apenas mais 552,45 euros, porque qualquer pessoa sabe o preço das mercadorias nos hipermercados e sabe quanto pagava no bar, e para tal só prevejo três hipóteses que o justifiquem ou quase todos clientes não pagavam, ou mercadoria caiu ao rio, ou perderam o dinheiro.
Mas resumindo, e apresentando os dados constantes no documento de prestação de contas de 2017 ficam os seguintes valores para que cada um possa fazer as suas contas, já que nem um professor, e se calhar nem um engº as sabem fazer:

Receitas: 12222,40 euros
Custos:
Despesas (mercadorias): 11669,95 euros
Despesas com pessoal: 9455,66 euros
Segurança Social: 2021,11 euros
Subsidio de refeição: 1415,01 euros  
Total de custos: 24561,73 euros
Receitas - custos ó12222,40-24561,73= -12339,33 Euros (prejuízo)

Quanto às refeições apenas apresento, mais uma vez, os números que me foram fornecidos no documento, e nesse constam 5943,09 euros, se há mentira mais uma vez é no documento que apresentam. É também nesta questão de referir que mais uma vez o sr. Ex-presidente da Junta sr. Prof. Zeca, acaba por admitir a salganhada em que se tornou a gestão da junta de Cabril pois apresentam uma coisa no documento, depois dizem que afinal é apenas um terço disso, e que num ano andaram a pagar as dividas do ano anterior, o que para além disso ainda vem acentuar aquilo que já tinha sido apresentado em 2016, ou seja em 2016 ainda tinham gasto mais em refeições confecionadas, tinham gasto 7885,54 euros, que assim afinal seriam quase 9000 euros.
Quanto ao facto de a junta pagar as refeições dos funcionários de outra entidade ainda haveremos de perceber da legalidade deste acto, independentemente dela permitir mais horas de trabalho ou não, não são funcionários desta junta! Mas e ainda assim, porque razão a junta tem de pagar onde eles querem, (e já se sabe que querem sempre no mesmo sitio), da maneira que eles querem? A junta mais uma vez paga e não bufa, seja a conta de uma diária, seja de um baquete. Mais uma vez não há qualquer concurso público para a obtenção desse serviço!  

Por fim e já que o sr. Ex-presidente da Junta o refere, eu e a minha família costuma-mos frequentar mais do que um restaurante em Cabril, inclusive o restaurante existente junto ao multibanco, pertencente à entidade bancaria em que por acaso a junta até foi obrigada a criar uma conta, e para além de não ter nada a ver com os restaurantes que frequento, nunca deixei nenhuma conta por pagar, nem precisei que a junta me pagasse!
Finalmente, e porque não sou burro, não espere que seja no facebook que vá revelar factos lesivos ou contrários à lei, à justiça o que é da justiça, mas deixo-lhe uma contra-proposta, porque não foi incluído nem no orçamento de 2016 nem nas contas de 2016 a exploração do bar e o Cabril D’Agosto?
Porque razão o orçamento de 2017 não tem qualquer rubrica referente á exploração do bar não tendo previstas quaisquer despesas ou receitas, aparecendo depois do documento de prestação de contas?

Será que isto não será motivo de perda de mandato?

Pedro Figueiredo

terça-feira, março 13, 2018

Menos dinheiro para Cabril

Nos últimos anos a junta de Cabril recebia 15000 euros para fazer duas vezes por ano a limpeza das ruas das aldeias.
Recebia 15000 e gastava 9500 nesse serviço, contratado sem qualquer concurso e por ajuste direto.
Este ano, em 2018, receberá 11630 euros... e o presidente da junta não teve mais nenhum argumento na assembleia municipal para além de que dizer não chegava...

Mas durante vários anos sobravam 5500 euros, e agora se entregar o mesmo serviço, ao mesmo, e pelo mesmo, de sempre, ainda lhe sobrarão mais de 2000 euros.

É no que dá não se saber o que se quer, como foi bem claro na ultima reunião da assembleia de freguesia de Cabril, onde depois de eu o questionar sobre quais eram os acordos de execução que estavamos a autorizar que ele celebrasse com a Camara Municipal. Não foi capaz de enunciar um único!

Por último é de referir que por exemplo Parada irá receber 22 074 euros...


domingo, dezembro 24, 2017

Orçamento 2018 - Voto contra

DECLARAÇÃO DE VOTO

Voto contra a proposta de Orçamento da receita e despesa para o ano de 2018 porque o considero desligado da realidade da freguesia de Cabril, contendo varias falhas orçamentais, assim como opções com as quais discordo.

Considero que esta proposta de orçamento falha no seguinte:

- Não orçamenta a receita da venda da madeira queimada existente nos terrenos administrados pela junta pertencentes ao baldio do lugar de Vila Maior, nem respectiva aplicação consoante a vontade dos compartes,
- Não orçamenta a iniciativa Cabril D’Agosto,
- Não orçamenta qualquer verba para aquilo que a junta pode desenvolver no âmbito da protecção civil e defesa contra incêndios florestais,
- Não prevê qualquer apoio à renovação dos regadios agrícolas,
- Não prevê a candidatura a uma equipa de Sapadores Florestais.

E ainda contém as seguintes opções erradas:

- Prevê a receita de 5000 euros, e despesa de 3500 euros da exploração das instalações do Foz Cabril, quando se orçamenta 12000 euros de encargos com pessoal, criando assim um saldo negativo de cerca de 10500 euros à freguesia,
- Orçamenta, mais uma vez, a construção do tanque para abastecimento dos Bombeiros, mas apenas com o valor de 3000 euros. Considero que é uma obra necessária e urgente mas com este valor irrealista só mostra, mais uma vez, a não existência de vontade para a executar,
- Orçamenta apenas 2500 euros para a Candidatura à requalificação das minas valor mais uma vez insuficiente.

Ainda assim é de reconhecer como positivo alguns pontos como a manutenção dos apoios financeiros à realização da feira anual de Moimenta/Tulha Nova, a intenção de construção do tanque para abastecimento dos Bombeiros, de construção do anexo à sede da junta, do arranjo da sede da junta, assim como da Comemoração dos 50 anos da feira mensal, e da Candidatura à requalificação das minas.


Assembleia de Freguesia de Cabril, 23 de Dezembro de2017

António Pedro de Paiva Figueiredo

terça-feira, novembro 28, 2017

Está previsto! Está previsto! E nada...


Foi anunciado, ainda pelo anterior presidente da câmara, o visto do Tribunal de contas para a obra de requalificação do que falta da Estrada do Mosteiro até Moimenta, e bem! Só peca por tardia!

Mas este anuncio só vem evidenciar que as estradas da parte de baixo da freguesia, ou seja as ligações Vila Maior-Lodeiro, Vila Maior-Vitoreira, Vitoreira-Lodeiro-Foz Cabril, Vitoreira-Pereiró-Couçadouro, incluido o alrgamento em Vitoreira, nunca estiveram previstas nem nas intenções do anterior executivo, nem das da junta de freguesia de Cabril ao contrário do que se tentou fazer acreditar ás pessoas, ou à comunidade, ou à freguesia!

domingo, setembro 17, 2017

Assembleia de freguesia de Cabril aprova voto de pesar pela morte do piloto de helicóptero

Ontem, dia 16 de Setembro de 2017, a assembleia de freguesia de Cabril aprovou por unanimidade um voto de pesar pelo falecimento do piloto do helicóptero que sofreu o acidente fatal aquando do combate ao incêndio, no dia 20 de Agosto, nas imediações da aldeia de Grijó. Foi também aprovada a recomendação à junta de freguesia para atribuição do nome do piloto a uma das ruas de Grijó como forma de reconhecimento pelo serviço prestado em defesa dos pertences das gentes desta terra.

segunda-feira, junho 29, 2015

Sobre a ingratidão do Padre de Cabril.

Porque não quero descer ao nível apresentado pelo padre de Cabril no fim da missa de domingo, digo apenas o seguinte:

- Tenho em minha posse 885,45 euros que restaram da festa de 2014 em honra de N. Sª da Assunção.
- Esse dinheiro não está a render em nenhuma conta particular.
- Pertence à festa, e não ao Padre nem aos mordomos. A comunidade confiou-me a responsabilidade de o gerir, assim o farei, pondo-o à disposição de qualquer forma que possa contribuir para melhoria de algo relacionado com a mesma festa.
- Apresentei contas ao Padre e à comunidade de Cabril em 31 de Agosto de 2014. Através da página da festa na internet e da afixação em vários locais de Cabril. Coisa que nunca ninguém se dignou a fazer até hoje!
- Apresentei um comunicado escrito ao Padre e à comunidade de Cabril em 31 de Agosto de 2014 anunciar que terminava então a nossa responsabilidade. (Comunicado que o Padre nunca leu na missa)
- Dispensei 3 semanas das minhas férias para tratar em exclusivo da festa, gastei gasóleo, carro, e paciência, chateei família e amigos, assim como me empenhei o mais que pude e soube para que se obtivesse sucesso.
- Paguei todos os serviços ao Padre.
- Paguei tudo aquilo que contrata-mos para a festa.
- Sobrou dinheiro, coisa rara, e que prova que só não há uma boa festa se não se quiser trabalhar.


Resta-me anunciar que jamais voltarei a organizar esta festa, que fiz 4 anos nos últimos 10, enquanto este senhor for Padre de Cabril. Assim como jamais entregarei o dinheiro, pertencente à festa, de que sou fiel depositário, a este Padre.
Quem poe em causa a honestidade das pessoas que colaboraram voluntariamente com a igreja, e com o Padre, não pode esperar nova colaboração e demonstra uma grande ingratidão.
Quem não respeita, não merece ser respeitado.


Pedro Figueiredo 

quarta-feira, abril 22, 2015

BE questiona Governo sobre falta de obras “urgentes” em estrada de Castro Daire

A Estrada Nacional 225 (EN 225), entre Castro Daire, no distrito de Viseu, e Castelo de Paiva, no distrito de Aveiro, tem “vários problemas de pavimento, buracos no alcatrão, locais obstruídos por árvores e locais em que a largura não permite a passagem simultânea de duas viaturas pesadas”, afirma numa ‘pergunta’ ao Governo, através do Ministério da Economia, o BE.
A via está a “necessitar de obras urgentes”, pois “está cada vez mais degradada”, situação que se tem acentuado, com os últimos “invernos rigorosos, como o deste ano”, sustenta o BE na ‘pergunta’ que, subscrita pelos deputados Mariana Mortágua e Pedro Filipe Soares, foi entregue pelo grupo parlamentar do BE na Assembleia da República.
Já em 2011, “em desespero pelo contínuo desprezo demonstrado pelos detentores de cargos públicos, a população de Cabril”, no município de Castro Daire, “boicotou as eleições daquela freguesia, e as freguesias vizinhas em solidariedade optaram também por não votar”, sublinha o documento.
No final de 2014, “os partidos do governo, PSD e CDS, e o PS, no poder na Câmara de Castro Daire, anunciaram obras na EN225 para este ano”, mas “já passaram alguns meses e de obras nem sinal”, alerta o BE.
A EN225 é “a única via passível de ser usada pelas populações” de diversas freguesias dos concelhos de Castelo de Paiva e Arouca (distrito de Aveiro), Castro Daire, Cinfães e São Pedro do Sul (distrito de Viseu), para “acederem aos mais básicos serviços, todos eles a grandes distâncias”, salientam os deputados.
Há localidades, como Viça Viçosa (Arouca) e Cabril (Castro Daire) cujos respetivos centros de saúde estão a cerca de 30 quilómetros de distância, que representam cerca de uma hora de viagem, ou como Souselo e Nespereira (Cinfães), a 100 e 85 quilómetros, respetivamente, do hospital que serve a região (Viseu), que demoram cerca de três horas a percorrer, refere um quadro com as distâncias de 12 localidades a serviços de saúde e educação, integrado na mesma ‘pergunta’ dirigida ao Governo pelos deputados do BE.
A EN225 é “a única alternativa à EN321” (ligação entre Castro Daire e Cinfães, pelo “cume da serra do Montemuro, com altitudes superiores a 1.350 metros”), que com alguma frequência é encerrada “devido à queda de neve”, adverte o BE.
Além disso, “sendo requalificada”, a EN225 “poderia ser o ponto de viragem neste ciclo de abandono e perda de população, podendo potenciar o setor da agroflorestal e permitir o desenvolvimento turístico, baseado no rio Paiva e na serra do Montemuro”, concluem os deputados bloquistas.

sábado, abril 18, 2015

Pergunta ao Governo sobre a Estrada Nacional 225






REQUERIMENTO             Número      /XII (     .ª)
PERGUNTA                         Número      /XII (     .ª)

Assunto: EN225 a necessitar de obras urgentes

Destinatário: Ministério da Economia


Exma. Senhora Presidente da Assembleia da República

No final do ano passado os partidos do governo, PSD e CDS, e o PS no poder na Câmara de Castro Daire, anunciaram obras na EN 225 para este ano de 2015.
O PSD local chegou mesmo a distribuir um comunicado à população em algumas freguesias do vale do Paiva, defendendo que o PS prometia e eles, PSD, faziam. O PS e o executivo camarário em Castro Daire anunciaram a obra, atribuindo o mérito da mesma ao seu trabalho dos últimos anos.
O problema é que já passaram alguns meses e de obras nem sinal. A população que tem de circular naquela via, farta de promessas, continua sem nada ver de concreto.
A estrada tem vários problemas de pavimento, buracos no alcatrão, locais obstruídos por árvores, e locais em que a largura não permite a passagem simultânea de duas viaturas pesadas. E está cada vez mais degradada, que se acentua em invernos rigorosos como o deste ano.
No ano de 2011, em desespero pelo contínuo desprezo demonstrado pelos detentores de cargos públicos, a população de Cabril, Castro Daire, boicotou as eleições daquela freguesia, e as freguesias vizinhas em solidariedade optaram também por não votar.
Perante a ausência de respostas, a população fala em repetir o boicote nas freguesias servidas por esta estrada, desde Castelo de Paiva a Castro Daire, incluindo freguesias dos concelhos de Castelo de Paiva e Arouca, distrito de Aveiro, dos concelhos de Cinfães, Castro Daire e São Pedro do Sul, distrito de Viseu. Sendo esta a única via passível de ser usada pelas populações destas freguesias para acederem aos mais básicos serviços, todos eles a grandes distâncias.
Estas populações para obterem serviços de saúde têm de recorrer ao Hospital de Viseu, localizado a muitos quilómetros, em que o estado da via acentua fortemente o tempo de chegada, quer do socorro, quer do tempo de retorno ao hospital.
As escolas encontram-se também a mais de 30 quilómetros de distância e em alguns casos a mais de 90 minutos. Implicando a permanência das crianças fora de casa mais de 12 horas por dia.
A justiça, dada a nova reforma de encerramentos de tribunais, está a mais de 70 quilómetros de muitas localidades, obrigando a grandes deslocações, acentuadas mais uma vez pelo péssimo estado da estrada.
Acresce às questões anteriores, e acentua a sua problemática, o facto desta via ser a única alternativa à EN 321, estrada que liga Castro Daire a Cinfães pelo cume da serra do Montemuro, com altitudes superiores a 1350 metros, que em inúmeras ocasiões é encerrada devido à queda de neve, assim como a tipologia socioeconómica e etária da população, cada vez mais envelhecida. A dificuldade de circulação é um importante fator de perda demográfica.

Distrito
Concelho
Freguesia
Centro de saúde
Hospital
Escola
Tempo (min)
Distância (Km)
Tempo (min)
Distância (Km)
Tempo (min)
Distância (Km)
Aveiro
Castelo de Paiva
Travanca
-
-
-
-
-
-
Bairros
-
-
-
-
-
-
Arouca
Vila Viçosa
60
30
90
60
60
30
Alvarenga
40
20
90
50
40
20
Viseu
Cinfães
Nespereira
30
20
180
85
30
20
Souselo
30
20
190
105
30
20
Castro Daire
Cabril
50
32
110
77
90
32
Parada de Ester
40
25
100
65
75
25
Ester
30
20
90
60
60
20
Pinheiro
25
15
85
55
40
15
Ermida
15
10
70
50
30
10
Castro Daire
10
10
60
40
15
10
Tabela: Estimativa de distâncias e tempos de chegada aos serviços públicos nas várias freguesias do Vale do Paiva.
A estrada sendo requalificada poderia ser o ponto de viragem neste ciclo de abandono e perda de população, podendo potenciar o setor da agroflorestal e permitir o desenvolvimento turístico, baseado no rio Paiva e na serra do Montemuro.
Atendendo ao exposto, e ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda vem por este meio dirigir ao Governo, através do Ministério da Economia, as seguintes perguntas:
1.      Tem o ME conhecimento desta situação?
2.      Tem o Ministério prevista a realização destas obras na EN 225?
3.      Para quando se preveem as tão necessárias obras de manutenção?

Palácio de São Bento, 9 de abril de 2015.

A deputada e o deputado
                                                              Mariana Mortágua e Pedro Filipe Soares