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domingo, setembro 17, 2017

Assembleia de freguesia de Cabril aprova voto de pesar pela morte do piloto de helicóptero

Ontem, dia 16 de Setembro de 2017, a assembleia de freguesia de Cabril aprovou por unanimidade um voto de pesar pelo falecimento do piloto do helicóptero que sofreu o acidente fatal aquando do combate ao incêndio, no dia 20 de Agosto, nas imediações da aldeia de Grijó. Foi também aprovada a recomendação à junta de freguesia para atribuição do nome do piloto a uma das ruas de Grijó como forma de reconhecimento pelo serviço prestado em defesa dos pertences das gentes desta terra.

sexta-feira, março 27, 2015

Futuro local de abastecimento para os bombeiros - Pereiró, Cabril

Em 2005 arderam várias casas na aldeia de Pereiró devido a um incêndio florestal de grandes dimensões, que por falta de acessos, e por falta de abastecimento de água para os auto-tanques combaterem as chamas. Passaram quase 10 anos e as condições da floresta e dos terrenos envolventes da aldeia estão agora ainda mais propicias a ocorrer a mesma catástrofe.

Os acessos, os caminhos e a estrada de acesso a Pereiró melhoraram, com a construção do estradão desde a aldeia até ao limite do concelho, do lado poente, da melhoria das ruas na aldeia, e da pavimentação da estrada desde o Murouçal até à aldeia permitindo o acesso a carros de maiores dimensões.
Ficava assim a faltar uma forma de abastecimento dos carros de combate em tempo útil e de forma eficaz, coisa difícil sendo feita a partir de camião cisterna vindo de Castro Daire, como habitualmente. Sabendo-se que os carros de combate de maiores dimensões não passam em Vitoreira, impedindo desta forma o acesso por este lado, urgia criar um ponto de abastecimento entre Pereiró e Vitoreira. Sendo que a estrada que liga as duas aldeias passa junto ao rio, fonte inesgotável de água, no Averdoso, era aí o local indicado para se criar um ponto de abastecimento.


Desde que assumi funções na assembleia de freguesia  de Cabril que venho alertar para esta questão a junta de freguesia, sendo que "água mole em pedra dura, tanto bate até que fura" no final do anterior mandato consegui convencer o presidente da junta, Prof. Zeca.
Este por sua vez, conseguiu convencer da necessidade, descrita acima, a Câmara Municipal de Castro Daire, que procedeu à aquisição do terreno. Recentemente, depois de tratadas as formalidades legais começou a limpeza do terreno.
Este terreno tem outras potencialidades tais como a possibilidade de alargamento da estrada Pereiró-Vitoreira num ponto actualmente apertado, a criação de um parque de lazer junto ao rio, etc.


É um investimento de futuro, que a seu tempo, e quando menos se esperar terá a sua utilidade. Apesar de se esperar que nunca venha a ser usado para o combate aos incêndios. 

Espera-se ainda que se continue a intervenção no terreno para permitir o acesso fácil à água já no próximo verão. Ninguém entenderia que depois do investimento feito, os incêndios chegassem primeiro.






terça-feira, julho 29, 2014

Bombeiro ferido em Castro Daire

Bombeiro ferido em Castro Daire

Publicado hoje às 19:08

Um bombeiro ficou ferido, esta tarde, quando combatia um fogo em Castro Daire. O comandante das operações alerta para a falta de equipamento.
Em declarações à TSF, o comandante das operações, João Carlos Almeida, conta que «tudo seria diferente se o bombeiro estivesse protegido com o chamado EPI - equipamento de proteção individual, os fatos que protegem os bombeiros e que nesta altura ainda não equipam todas as corporações de bombeiros».
Nesta altura o fogo, que começou pelas 16:00, junto à aldeia de Ester de Cima, no concelho de Castro Daire, tem duas frentes e no local estão 24 viaturas e uma centena de homens, apoiados por um helicóptero.
Amadeu Araújo

segunda-feira, setembro 16, 2013

Temperaturas de 600 graus (Castro Daire)



16 de Setembro, 2013por Felícia Cabrita, fotografia de José Sérgio
No fundo da encosta, junto ao rio, um fenómeno estranho, só comparável ao estremecimento do inframundo: as chamas trepam, agarram-se rapidamente à textura do vale.O comandante de Castro Daire que pediu reforços faz o ponto da situação. Há 24 horas, tinham o incêndio, que rodeava duas aldeias, controlado. Fez-se o rescaldo, mas, de súbito, ele recuperou a virulência dos primeiros momentos. A sua equipa já desceu, pegou-lhe pelos cornos e tem como missão enfiar-lhe a cabeça no rio. Ao grupo de Márcia compete destruir-lhe o flanco esquerdo e juntarem-se ao primeiro.
Coelho saca da mangueira e Márcia engata-lhe a agulheta. Tira-se as medidas à descida vertiginosa. Ao fundo, o fogo dança como um pião ensandecido. A agulheta vai na frente e a bombeira sabe, por experiência própria, que de um momento para o outro, com uma guinada do vento, pode apanhar de caras. Eduardo vai nas suas costas, preparado para a amparar ao primeiro impulso da água quando começar a correr. Os outros seguem o chefe, pela linha de fogo que o encaixe de novos lances faz progredir.
A descer, todos os santos ajudam. Dizem. Márcia agradece a outros seres: “Este trabalho não se consegue fazer sem um bom comandante, que temos, espírito de equipa e confiança uns nos outros. É isso que nos dá força”. É das poucas lições que não se podem subverter. Na descida vertiginosa, não se vê um palmo à frente do focinho, umas vezes um pé atola-se na terra encharcada pelo primeiro rescaldo, outras procura-se uma laje para escapar da sucção da terra e escorrega-se.
Aproxima-se a boca do inferno, as labaredas espaventam com a aproximação e, de repente, a voz do comando manda subir. Com o fogo a querer enrolar-se aos pés, a equipa faz o caminho inverso. Márcia, que ia preparada para o agarrar pelo pescoço, não entende a contra-ordem, e o mau génio sobe como gasosa a rebentar no gelo: “Que é isto? Primeiro mandam-nos descer, agora chamam-nos ao ponto de partida?”.
Ninguém fica pelo caminho. Márcia troca a capa da fragilidade pela musculação de um gigante. Com a mão, empurra a novata pelas partes baixas até se sair do buraco.
A meio da encosta imunda de cinza e brasas, Luís Albuquerque esboça novo ataque. A capa da frieza cai-lhe aos pés. Nada suscita mais medo do que a ausência de memória, e a recordação da morte de Cátia, rapariga do seu distrito, apanha-o com um trovão: “Esta parte por onde desceram ainda está muito verde e não faz sentido deixar uma ilha entre a zona queimada para voltar a arder e matar mais homens. Do outro lado do rio já está tudo ardido e já não há o perigo de pegar neste lado”.
O flanco esquerdo está a progredir para o lado contrário da queimada, e a malta de Sátão vai reforçar a primeira equipa. O terreno, dividido por socalcos, alguns de dois metros, é pior do que o inicial. Márcia cai entre as silvas e levanta-se como um pinto acabado de nascer. Eduardo Silva, 19 anos – para a rapariga o ‘pinchinho’, alcunha que arrasta do mister de seu pai, um picheleiro da zona –, grita aos da frente que cortem o lance.
Ao rapaz, que está na tropa e nas folgas assenta noutro quartel, cabe um dos trabalhos mais pesados: fornecer metros de manga para a frente progredir. Mas, no trajecto entre o carro e a agulheta que anda à bica do rio, é cercado por reacendimentos. Grita, aflito: “Cortem o lance, cortem o lance”. Os outros, com o fogo pelas costas, obedecem e recuam. Eduardo apaga as chamas que o rodeiam com a boca da mangueira, impedindo que a equipa que vai à frente seja apanhada à traição.
Mais acima, quem parou leva com ele pelas trombas. Na espessa escuridão, perde-se a equipa. Luís Albuquerque, o comandante de Castro Daire, tenta orientar. Na encosta, os vapores do chão rescaldado e as brasas vivas fazem-no pular de laje em laje. Os pés parecem bichados pela sarna. O fogo aglomerou-se ao cimo da encosta e o vento enlouquecido levanta numa dança macabra as folhas em chamas dos pinheiros que cruzam o céu numa espécie de cataclismo planetário. Acompanha-se a sabedoria com o receio de que as botas derretam: “Este fogo, no flanco direito, deve ultrapassar os 600 graus centígrados. Não sente o seu primeiro escaldão?”.
Do outro lado do rio, o comandante do sector Bravo, na ponta final do rescaldo, intercede pelos seus homens: “Há doze horas que não comem”. Luís, com as dores dos outros às costas, esforça-se para os acalmar: “Alfa, responde. Já aguentámos tantos sacrifícios, segurem-se mais um pouco que na quarta-feira já começa a chover”.
O bandalho esconde-se, Márcia volta com a equipa e o sorriso sempre à superfície: “É um terreno difícil, muito a pique, mas esta é a nossa vida”. Fintaram-no, recolhem o material, mas mantêm-se de vigilância, não vá o gajo acordar. Passa a adrenalina e recolhem ao carro. Pelas cinco da manhã, Coelho, ao volante, acorda em sobressalto: “Sonhei que o travão estava desengatado e que o carro estava a ir ribanceira abaixo. Joguei de imediato a mão ao travão”.
Há situações que nunca se esquecem na vida.
felicia.cabrita@sol.pt

sexta-feira, agosto 30, 2013

Porque?

-Não se promove a limpeza da floresta com incentivos fiscais?
-Não se financia os bombeiros em função da área verde em vez da área ardida/numero de ocorrências? 
-Não se premeiam os concelhos com 0% de incêndios?
-Não se criam bombeiros florestais profissionais distribuídos por todo o território que nas épocas sem incêndios promoviam fogos controlados, identificavam pontos de água , caminhos e acessos a zonas criticas, promoviam a limpeza de zonas em redor de habitações e alertavam para possíveis situações criticas junto de proprietários reticentes à limpeza?
-Não se sensibilizam os autarcas para a criação de estratégias locais de prevenção e combate de incêndios?
- Não se obriga as grandes áreas de eucaliptos/pinheiros a terem parcelas tampão com outro tipo de árvores?
- Não usam os meios aéreos militares para combate?
- Não se formam militares para auxilio aos bombeiros no combate e no rescaldo?

quinta-feira, agosto 22, 2013

Gil Martins Diz: "Companheiros... Calma..."



Caros companheiros... Calma...

Estava a receber a noticia de mais um trágico incidente no incêndio na serra do caramulo e parei de fazer o que estava a fazer...

E comecei a pensar... Mas afinal o que se está a passar este ano? Vários feridos graves entre os bombeiros... Bombeiros mortos... Viaturas de combate ardidas... Quase todos os dias... Danos irreparáveis no sustento das famílias do interior do país... Cidadãos feridos... E só vamos em 350 incêndios por dia... E quando chegarmos aos 500 ou 600 ou 800 por dia? Dou por mim a pensar... Espero que tal não aconteça sinceramente... Mas e se acontecer? Fazemos o quê?

Como estamos em ano de autárquicas seria bom perguntar a esses senhores autarcas o que é que fizeram nos seus concelhos para inverter esta tendência... E já agora também ao instituto da conservação da natureza e florestas... Porque ou são irresponsáveis ou são incompetentes... Porque não se vê nada de relevante em termos de prevenção...

Porque isto de dizer que andar para aí um conjunto enorme de incendiários a largar fogo ao país é uma forma de nos desresponsabilizarmos todos pelos incêndios... Ninguém tem a culpa de nada... A culpa é sempre do fantasma do incendiário... Que dá um grande jeito que exista...

Mas afinal este é um país de pirómanos, de gangs organizados para destruir a floresta????? Não me parece... Acho que há fogo posto é verdade (18% do total), mas o restante são incêndios por negligência o que também é crime... E negligência tem que ver com todos nós...

Fala-se muito em prevenção estrutural que demora sempre muito tempo a fazer (!!!!!!)... Mas afinal ao fim de 30 anos não devia estar a dar mais resultados... E porque não se veem os resultados???? Será que afinal a prevenção estrutural não serve para nada porque ninguém sabe bem o que é e para que serve???? É uma pergunta que me tem afligido o espirito nos últimos tempos...

E os incêndios serão todos para apagar???? Ou alguns até seria bom que se deixassem arder controladamente? Muitos concordam... Falta é coragem para implementar este tipo de política e gestão do território...

E assim chego á parte que me levou a escrever esta espécie de texto ao sabor da pena...

Companheiros operacionais.... Calma... Vamos pôr a razão à frente da emoção... Sempre com paixão... Mas garantindo sempre a vossa segurança e das vossa equipas...

E a floresta... A floresta... Se for para trocar árvores que não se sabe de quem são... Por vidas dos nossos operacionais... A floresta que se lixe... Defendamos as casas e as pessoas... E os vossos colegas...

E alguém com "tomates" que trate do território e da floresta antes dela arder... E provocar mais vitimas nos heróis de Portugal... Os operacionais do decif, especialmente os nossos bombeiros que combatem um inimigo errático que só ataca e que se chama incêndio florestal...

Basta de 35 anos de sacrifícios, esforços indiscritíveis, dádivas de vida de mais de 100 bombeiros, sem qualquer retorno, no que diz respeito à gestão preventiva e ativa do nosso território e da nossa floresta... Porque esta não dá votos...

Paulo Gil Martins
Cidadão


in: http://bombeirosparasempre.blogspot.com/2013/08/gil-martins-diz-companheiros-calma.html#ixzz2cjRf06xk

sexta-feira, abril 13, 2012

Funcionário ateia incêndio


""Um funcionário da Câmara Municipal de Castro Daire foi detido anteontem pela Polícia Judiciária de Aveiro por ter provocado um incêndio florestal. O fogo destruiu 150 hectares de floresta. O incendiário foi ouvido por um juiz que decidiu aplicar-lhe a prisão preventiva.
Por:Ana Sofia Coelho/Tânia Laranjo
 O incêndio ocorreu a 28 de Março em São Pedro do Sul, no distrito de Viseu. O funcionário da câmara, de 47 anos, pegou num isqueiro e, por motivos que nem ele sabe explicar, começou a atear fogo. Provocou vários focos de incêndio que no total consumiram cerca de 150 hectares de pinheiro bravo, eucalipto e mato.
O homem foi agora interceptado pelo Departamento de Investigação Criminal da Polícia Judiciária de Aveiro, que contou com a colaboração do SEPNA da GNR de Viseu. Confessou às autoridades que provocou o incêndio, mas não soube explicar o porquê. No entanto, adiantou que estaria com problemas familiares e que não conseguiu controlar-se.
Sem cadastro criminal, o trabalhador da autarquia de Castro Daire é descrito como "muito cordato" e gostava até de ajudar os bombeiros a apagar fogos, motivo pelo qual a sua detenção causou surpresa entre os colegas da autarquia.""

quinta-feira, março 08, 2012

Como é possivel as bocas de incêndio não terem água?

 "Um incêndio numa garagem de um prédio assustou, ontem à noite, os moradores do centro histórico da vila de Castro Daire, no distrito de Viseu. Devido ao perigo das chamas alastrarem, o prédio vizinho chegou mesmo a ser evacuado."

Reportagem SIC:http://sicnoticias.sapo.pt/pais/article1384187.ece

segunda-feira, maio 16, 2011

Fogo consome floresta em Castro Daire

por AMADEU ARAÚJO , Hoje


««Um violento incêndio está a consumir, desde o meio da tarde, uma imensa floresta de eucalipto em Cabril Castro Daire. O fogo, "tocado a vento de leste, tem duas frentes", disse ao DN fonte da Protecção Civil que enviou para o local o segundo-comandante distrital. No combate às chamas estão 79 homens e 19 veículos e "a rápida combustão dos eucaliptos, soprados pelo vento quente, está a dificultar o combate", adiantou o responsável.

A esperança dos bombeiros de Castro Daire reside na "diminuição das temperaturas e o aumento da humidade relativa", adiantou a fonte, precisando que "não há casas em perigo". O fogo começou às 15 horas e "lavra numa zona com difíceis acessos, onde apenas viaturas ligeiras, que levam 500 litros de água, conseguem chegar", concluiu.
No local para além das equipas dos bombeiros, de 9 corporações, está também uma equipa de sapadores florestais. Amadeu Araújo, Viseu»»

in:http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1853630&seccao=Norte

sexta-feira, agosto 27, 2010

Helicóptero de fogos aterra em auto-estrada

«« Instituto de Aeronáutica investiga aterragem e descolagem de helicóptero da Protecção Civil na A24, sem trânsito cortado


O Instituto Nacional de Aeronáutica Civil (INAC) abriu um inquérito para conhecer as circunstâncias que levaram um helicóptero de combate a fogos florestais, ao serviço da Protecção Civil, a aterrar e a descolar em plena A24, junto a Castro Daire, com trânsito nos dois sentidos. A manobra causou perplexidade a vários condutores, e um dos automobilistas apresentou uma queixa sobre a manobra, que especialistas consideram ter sido feita sem segurança.

O helicóptero, com o indicativo H22, "aterrou em plena A24, no sentido Viseu, na descida de Mamouros, em plena curva e sem que o trânsito estivesse cortado", contou um dos condutores que conseguiu "evitar a colisão com o heli a muito custo". A aterragem ocorreu a 30 de Julho, quando o heli largava uma brigada de combate a fogos constituída por militares do Grupo de Intervenção Protecção e Socorro da GNR. O incêndio recebeu o registo 31511 da Protecção Civil e obrigou à repetição da aterragem "desta vez para levantar a brigada", contou outro condutor que terá apresentado queixa junto do INAC.

O presidente da Federação Portuguesa de Aeronáutica "compreende a manobra na tentativa de extinguir rapidamente o fogo", mas "repetir a operação para recolher a brigada, é abuso", condena José Martinho.

Ainda mais lapidar é o responsável pelo gabinete de segurança da Associação Portuguesa de Pilotos, para quem a operação "envolveu riscos e poderia ter provocado incidentes, sobretudo aos automobilistas, que numa auto- -estrada circulam em velocidade elevada".

O comandante Cruz Santos alerta que para a aterragem e descolagem "poder ser feita, a auto-estrada deveria ter sido cortada. Fazê-lo fora de uma situação de emergência é arriscado e viola a segurança."

A Protecção Civil assume desconhecer a situação, que "irá averiguar", garante o Comandante de Viseu, de quem depende o heli. César Fonseca lembra, contudo, que as aeronaves da Protecção Civil "respeitam as normas de segurança".

O DN pediu esclarecimentos ao INAC, que não foram prestados, mas fonte do instituto disse ao DN que a situação "está já a ser investigada".

No dia de ontem a Protecção Civil registou uma centena de incêndios, os mais graves em Montalegre, Valpaços e Benagano, no distrito de Vila Real. »»


quinta-feira, agosto 26, 2010

150.000 cabras-bombeiro vão andar a pastar em Portugal e Espanha. O projecto, de 50 milhões de euros, visa prevenir os incêndios e deverá criar mais de 500 empregos.

«« Chama-se projecto Self-Prevention, foi apresentado pelo Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial (AECT) Duero-Doro, e é um método de prevenção de incêndios florestais e de desenvolvimento rural sustentado.

A iniciativa prevê a introdução de 150.000 cabras nas zonas fronteiriças Portugal-Espanha, para que estes caprinos façam uma “limpeza” natural dos campos agrícolas abandonados, montes e trincheiras enquanto comem, explica a publicação “Más Salamanca”.

O projecto, que precisará de um investimento de cerca de 50 milhões de euros, pretende criar mais de 500 postos de trabalho, sublinha por seu lado o “El Mundo”.

Além dos empregos para criadores de gado e pastores que espera criar, a iniciativa do AECT Duero-Douro (que agrupa 63 localidades fronteiriças entre Portugal e Espanha) pretende construir 12 queijarias, 15 lojas de comercialização de cabrito e produtos lácteos transformados, dois matadouros, uma plataforma de de distribuição e transporte e uma instalação central de comercialização, refere o jornal espanhol.
Também se pretende explorar uma central de biomassa para a produção de energia eléctrica, através do uso da matéria orgânica destas localidades, e está igualmente em vista a criação de diversos recursos turísticos em torno da cabra.
O objectivo é alcançar uma facturação anual de 30 milhões de euros com a venda de leite e derivados, assim como dos cabritos que se vendam para carne.
O projecto foi apresentado na Guarda e conta com o compromisso do Governo português de apoiar 50% do financiamento necessário, afirmou o director-geral da AECT, José Luís Pascual, citado pelo “El Mundo”.

A zona de actuação do projecto estende-se por um território fronteiriço de 9.000 quilómetros quadrados e 125.000 habitantes. »»

in:http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=440593

domingo, agosto 22, 2010

Porque ainda se permite que se lancem foguetes nalgumas festas populares?


É absolutamente proibido em fase critica:



•Fumar ou fazer lume de qualquer tipo

Lançar foguetes ou balões de mecha acesa

•Realizar queimadas para renovação de pastagens

•Queimar sobrantes agrícolas ou florestais

segunda-feira, agosto 02, 2010

Agressões entre GNR e populares no combate a um incêndio (Cabril, Castro daire - noticia TVI)

video TVI aqui: http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/castro-daire-tvi24-incendio/1181928-4071.html

GNR e populares envolveram-se em confrontos (Caril,Castro Daire - Noticia RTP)

video aqui: ttp://tv2.rtp.pt/noticias/index.php?t=GNR-e-populares-envolveram-se-em-confrontos.rtp&article=364733&visual=3&layout=20&tm=8

e aqui: http://tv2.rtp.pt/noticias/?t=GNR-e-populares-envolveram-se-em-confrontos.rtp&article=364733&visual=3&layout=20&tm=8&video_id=364775

GNR e populares à pancada (Cabril- Castro Daire, noticia JN)

"Cinco elementos do Grupo de Intervenção Protecção e Socorro (GIPS) da GNR envolveram-se, ontem, em cenas de pugilato com populares de Tulha Nova, Castro Daire, após um desentendimento sobre prioridades no combate a um fogo que alastrava na aldeia."

in:  http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Viseu&Concelho=Castro%20Daire&Option=Interior&content_id=1632212