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terça-feira, dezembro 24, 2013

NATAL COM MUITA CHUVA E TROVOADA JÁ PROVOCA ESTRAGOS EM PARADA


ESCRITO POR MOVE PARADA LIGADO . PUBLICADO EM NOTICIAS
Véspora de Natal marcada com bastantes estragos devido ao Mau Tempo que se tem vindo a sentir desde o dia de ontem.
Durante a noite de ontem (23 de Dezembro) fez-se sentir um forte temporal, o qual fez ir pelo ar todo o telhado e estrutura da cobertura do Café/Mercearia Pinto em Parada de Ester. Continue a ler para visualizar as fotos.
Segundo o Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS) da Autoridade Nacional de Proteção Civil, prevê-se, para as próximas 48 horas, um agravamento das condições meteorológicas, nomeadamente precipitação localmente excessiva, em especial nas regiões do litoral norte e centro, no dia 24 de dezembro, passando a regime de aguaceiros que poderão ser de granizo no dia de Natal, e em forma de neve à cota acima dos mil metros nas serras do Gerês, Montezinho e Estrela.
O aviso da Proteção Civil salienta ainda a ocorrência de vento forte (70km/h), de sudoeste/oeste, podendo algumas rajadas atingir os 100km/h. A agitação marítima será forte, com ondulação de 5-7 metros na costa oeste.
"Durante o dia de Ontem preveu-se alguma precipitação fraca, o vento soprou fraco a moderado do quadrante sul e a temperatura mínima desceu, seguindo-se um agravamento do estado do tempo para a noite (de ontem) e dia de Natal", adiantou à agência Lusa a meteorologista Cristina Simões. do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Por causa do mau tempo, o IPMA já colocou os 18 distritos de Portugal continental sob aviso laranja e amarelo. Os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria, Lisboa, Setúbal, Beja e Faro estão, a partir de hoje e até 6h de terça-feira sob aviso amarelo, passando depois, a partir dessa hora e até 17h59 de quarta-feira, a aviso laranja, o segundo mais grave de uma escala de quatro, devido à agitação marítima com ondas de 5 a 7 metros.
Telhados e Estretura do Café/Mercearia Pinto cedem com Mau Tempo

segunda-feira, outubro 14, 2013

Descargas da "ETAR" de Parada de Ester no Rio Paiva

Contra factos não há argumentos, e contra a impunidade não pode haver esquecimento!

Depois de se passar uma campanha eleitoral a falar do Paiva muitas vezes sem serem capazes de apresentar soluções credíveis para os problemas de poluição, é altura de na prática os responsáveis eleitos tomarem medidas para a sua resolução!
O Paiva e os ecossistemas que o envolvem não irão resistir muito mais tempo nestas condições! E será o fim irremediável de algumas espécies sensíveis como o mexilhão de rio, raro em todo o planeta, a lontra, a truta, a  boga, o cágado, o lagostim, etc



É hora de exigir uma solução!



Eis algumas fotos da descarga da Pseudo ETAR de Parada no Rio Paiva:





fotos: Marcelo Construções



quinta-feira, março 07, 2013

"Eu pesco de borla, tu pescas se pagares uns trocos, ele pesca se nos pagar...!"

Não discordo apenas da reserva de pesca de Parada mas de todas as que se criaram no rio Paiva neste âmbito. Pois desta forma em breve todo o rio estará reservado.

Considero esta associação um bom exemplo do dinamismo local e que deve ser elogiado.

No entanto acho que reservaram demasiado troço do rio incluindo mesmo os afluentes como o ribeiro Tenente em que as pessoas de Parada não tinham tradição de pescar, impedindo a população de Cabril, que possui todos os terrenos que circundam as suas margens, de lá pescarem.

Vejam o exemplo da associação do São Macário em Covas do Rio que reservou uma parte da extensão do Ribeiro de Deilão de forma adequada à sua dimensão.

Assim todo contributo positivo que a esta associação prestava à comunidade fica anulada com esta reserva que impede as pessoas de pescarem livremente no rio que circunda as suas aldeias.

Nos tempos que correm em que todos nos lamentamos dos impostos que pagamos, esta associação, vem criar mais uma taxa que torna a pesca no rio apenas uma regalia de uma elite em detrimento do resto da população (Ester, Ribeira de Ester, Sequeiros, Nodar, Parada, Meã, Ameixiosa, Lodeiro, Cabril...).

Isto não é mais que uma discriminação baseada em legislação da década de 50...

segunda-feira, março 04, 2013

O rio Paiva não tem dono!!!!

Eu pescarei no Rio Paiva sempre que o desejar!
Pagarei apenas a licença de pesca! Mas não me peçam, agora também, para pagar um imposto para pescar no meu, no nosso, rio Paiva apenas porque não sou sócio desta ou daquela colectividade!



domingo, junho 05, 2011

COMUNICADO (EN 225)

Os utentes da EN 225, assim como toda a população do vale do Paiva sente-se enganada pelos políticos pois todos nos prometeram enumeras vezes a requalificação da mesma, mas todos nos falharam.


Assim mostramos-lhe o desagrado boicotando estas eleições.

Esta estrada é de vital importância para esta região e suas gentes, pois é a única via de acesso, ao transporte das crianças para as diversas escolas, dos doentes para os serviços médicos, dos turistas e das empresas da região.

Desta forma exigimos o melhoramento desta estrada através da renovação do pavimento, alargamento das curvas, assim como novas pontes.

Com esta via renovada teremos acesso mais rápido aos primeiros socorros, á educação e aos cuidados médicos, e combater-se-á fortemente a desertificação desta região. As nossas viaturas (pneus, suspensões, direcções, etc.) também agradecerão.

sábado, junho 04, 2011

Freguesias portuguesas preparam-se para boicotar eleições

Caso as suas reivindicações não sejam resolvidas, nomeadamente a falta de médicos e o mau estado das estradas, quatro freguesias portuguesas ameaçam boicotar as eleições legislativas,


Fernando Silva, porta-voz Comissão de Utentes da Estrada Nacional 225 das freguesias de Cabril e Parada de Ester, em Castro Daire, afirma que “esta foi a forma encontrada para demonstrar o nosso desagrado pelo mau estado em que se encontra a EN 225”.

Os manifestantes pretendem assim que sejam feitas obras de beneficiação em 70 quilómetros desta via, entre Castelo de Paiva e Castro Daire. Fernando Silva relembra ainda que a estrada foi construída há 50 anos, com muitos erros que devem ser corrigidos.

Já Celso Videira, porta-voz da comissão de utentes da Lajeosa do Dão, em Tondela, explicou à agência Lusa que “actualmente apenas 500 utentes têm médico de família. Os outros dois mil utentes estão sem médico”.

A comissão distribuiu mesmo cartas pelas caixas de correio dos habitantes, apelando à abstenção no próximo domingo. Hoje, vão percorrer a freguesia com um altifalante, com a mensagem “Queremos médicos para a Lajeosa, não votamos”.

A população de quatro aldeias da freguesia de Ermelo, Mondim de Basto aponta ainda como causa do seu boicote a necessidade de uma estrada de ligação a Vila Real, reivindicada há quase 20 anos. Mário Carvalho, morador do local, explica que esses 800 metros de estrada são em “terra batida e buracos” quase intransponíveis mesmo por veículos todo o terreno.

E adianta que uma viagem que poderia demorar “poucos minutos” é feita por mais de 13 quilómetros pela estrada da Serra do Alvão.
Nas últimas eleições legislativas, realizadas em 2009, não houve qualquer situação de boicote. Contudo, nas eleições presidenciais, em Janeiro deste ano, esta situação foi registada entre as populações de Serpins, na Lousã, de Muro, na Trofa, pela suspensão das obras do Metro Mondego.

Vila Nova de Monsarros, na Anadia, decidiu também boicotar as eleições do chefe de Estado, em protesto contra o fecho parcial da extensão de saúde local.

in:http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/freguesias-portuguesas-preparamse-para-boicotar-eleicoes_1497396

quinta-feira, junho 02, 2011

Reportagem SIC em Cabril - EN 225


»»Pelo menos duas freguesias do distrito de Viseu apelam à abstenção nas eleições de domingo, como forma de protesto. Em Cabril, a população exige a reparação da Nacional 225 prometida há mais de 10 anos. Em Lageosa do Dão os habitantes protestam contra a falta de médicos.»»

ver mais aqui:http://sicnoticias.sapo.pt/pais/article619229.ece

quarta-feira, junho 01, 2011

EN225: Utentes apelam a boicote às eleições

A Comissão de Utentes da Estrada Nacional (EN) 225 está a apelar à população de duas freguesias do concelho de Castro Daire para não votar nas próximas eleições legislativas, em sinal de protesto pelo mau estado do troço.


O porta-voz da Comissão de Utentes da EN 225, Fernando Silva, explicou à agência Lusa que foi feito um apelo aos habitantes das freguesias de Cabril e Parada Ester, concelho de Castro Daire, no sentido de não irem votar no próximo domingo.

"Estamos a apelar à população para não votar nas próximas legislativas. Esta foi a forma encontrada para demonstrar o nosso desagrado pelo mau estado em que se encontra a EN 225", explicou.

A Comissão de Utentes da Estrada Nacional 225 pretende que sejam feitas obras de beneficiação em 70 quilómetros desta via, entre Castelo de Paiva e Castro Daire.

Fernando Silva refere que a estrada em causa foi concebida há cerca de 50 anos, tendo sido traçada com muitos erros que devem ser corrigidos.

"Foi feita com imensas curvas, que hoje são muito fáceis de tirar. O piso está em péssimas condições e também deve ser melhorado", acrescenta.

O porta-voz da Comissão de Utentes sublinha que se trata de uma via "da qual depende diariamente crianças para irem para a escola e pessoas que seguem para os seus trabalhos em Castro Daire".

De acordo com o porta-voz da comissão, "o actual presidente da Câmara de Castro Daire tem tentado solucionar o problema", no entanto, "nada pode fazer pois as obras têm de ser nacionais".

in:http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/en225-utentes-apelam-a-boicote-as-eleicoes

segunda-feira, maio 23, 2011

Boicote ás eleições legislativas de 5 de Junho

Motivo, o estado degradado da estrada Nacional N. 225.

Viemos por este meio informar todos os habitantes do vale do Paiva nomeadamente das freguesias de pinheiro, Ester, Parada e Cabril ( Concelho de Castro Daire) Alvarenga e Vila Viçosa ( Concelho de Arouca) Nespereira ( Concelho de Cinfães) e Travanca ( concelho de Castelo de Paiva) de que foi criada uma comissão de utentes, para a estrada 225 ( estrada Vale do Paiva) com ligação Castro Daire – Castelo de Paiva, com a finalidade de reclamar o mau estado desta via. Os sucessivos Governos deste País têm se esquecido de nós e deixam-nos ao abandono, não temos os mesmos direitos que outros cidadãos do País. Quando há eleições pedem o nosso voto e até prometem muito…Mas nós até nem pedimos uma via rápida nem muito menos uma Auto- Estrada, pedimos apenas que procedam a algumas obras de melhoramento para esta via, cortando algumas curvas, uma pequena ponte em Eiriz que encurta bastante a distancia e elimina um troço muito estreito, um tapete de alcatrão e valetas em betão.
Como até hoje nada foi feito e as nossas reivindicações não foram atendidas, pedimos a toda a gente destas freguesias que não votem no dia 5 de Junho, fazendo valer os seu direitos e usando a única arma que temos, que é o nosso voto.


Queremos todo o Vale do Paiva unido, lutando pelos seus direitos.


A comissão de utentes.

segunda-feira, maio 02, 2011

Detectada Pesca ilegal no Rio Paiva

««Em 27 de Abril de 2011, pelas 18H30, o Núcleo de Protecção Ambiental, do Destacamento Territorial de Viseu, deslocou-se a Meã – Parada de Ester – Castro Daire, para uma acção de patrulhamento ao Rio Paiva, já que tem sido sujeito a diversos actos ilícitos, que vão destruindo o seu habitat e a qualidade da água.


Enquanto era patrulhada a margem esquerda do rio, foi avistado na outra margem, um indivíduo, de 53 anos de idade, de cócoras, que arremessava uma rede para a água, tendo executado este gesto por duas vezes, demonstrando claramente que se encontrava a pescar.

Ao abordá-lo, o indivíduo colocou-se em fuga, pelos terrenos contíguos ao Rio, na posse da dita rede, conhecida vulgarmente por Tarrafa. Um dos elementos do SEPNA foi no seu encalço, atravessando para a outra margem, onde foi encontrar o arguido a colocar uma saca contendo a rede, junto do banco do tractor agrícola.

Assim que se apercebeu da presença das autoridades, encetou nova fuga, desta vez em direcção ao Rio, contudo acabou por ser interceptado. O arguido acabou por confessar que se encontrava a exercer a actividade da pesca, com o arremesso da malha de rede para a água, procurando atingir o cardume, até este ficar aprisionado.

Em comunicado à imprensa, o Comando Territorial de Viseu dá conta que, com a sua conduta, o arguido cometeu um crime de previsto no Decreto-Lei n.º 44623/62, de 10 Outubro, com as alterações da Lei n.º 30/2006 de 11 de Junho, face a estes factos, foi o arguido, detido, tendo sido libertado em 27ABR11, e notificado para comparecer em 281000ABR11 no Tribunal Judicial da Comarca de Castro Daire, tendo baixado a inquérito, mantendo a medida de coação de T.I.R.

Refere ainda que este curso de água desde a Nascente à Ponte de Alvarenga, freguesia de Alvarenga, concelho de Arouca é classificado, no âmbito da Portaria n.º 251/2000, de 11 de Maio, como um Curso de Água de Águas Salmonídeas, podendo ser pescado legalmente trutas, por métodos autorizados.»»
 
in:http://www.faroldanossaterra.net/detencao-pesca-ilegal/
 
 
Porque se prendem os fracos, e se permite aos grandes e fortes poluirem e destruirem realmente o Rio Paiva?
 
Porque os ricos podem pescar legalmente e as pessoas da terra são presas?

quarta-feira, março 30, 2011

Portugal a Pé - Na «serra mais esquecida de Portugal»

Se Montemuro foi sempre a «serra mais esquecida de Portugal», a freguesia de Cabril, a 28 quilómetros da sede de concelho, Castro Daire, e perto do concelho de Arouca, fica longe de tudo, encaixada entre a margem direita do Rio Paiva e as faldas da serra. Pouco mais de 500 habitantes vivem num território de 22 quilómetros quadrados muito marcado pela emigração. Nuno Ferreira percorreu estes caminhos esquecidos.


Nuno Ferreira*
terça-feira, 15 de Março de 2011

Levadas, uma das aldeias da freguesia, toda ela em xisto, jaz abandonada cerca de dez anos. «Já existiu o interesse de a comprar por parte de um ou dois grupos turísticos e seria óptimo. Mas as pessoas não querem vender. Basta um ou dois não querer vender para a aldeia continuar abandonada», explicou-me em Maio de 2009, José Gonçalves, ex-professor em Resende e presidente da Junta.

Por ali, é difícil encontrar uma aldeia tão inalterada como Levadas, o casario em xisto a lembrar outros tempos. «No tempo em que eu estudava, a aldeia de Meã era toda em xisto e lousa e Moimenta de Cabril também. Agora não». O drama de Cabril é estar longe de tudo e ter sofrido ondas sucessivas de emigração que lhe levaram dois terços dos habitantes. Em tempos, ainda ali existiram três minas de volfrâmio. Fecharam e deixaram de novo a zona entregue às oliveiras, ao pequeno cultivo do campo, à pesca no Paiva, à carqueja e à urze que alimentam as cabras dos últimos pastores.

«Havia aqui muita gente, mais do triplo. A primeira emigração foi para o Brasil. Temos conterrâneos em São Paulo, no Rio e em Belém do Pará. Depois, muita gente foi para Lisboa trabalhar nas fábricas e mais tarde para França». A guerra colonial contribuiu para a saída de muita gente. «Nessa altura, muitos saíram para cumprir o serviço militar e viram um mundo que não conheciam. Ficaram por lá», conta José Gonçalves.

Enquanto nas vizinhas Alvarenga e Nespereira, já no concelho de Arouca, muitos migraram para o Porto e mantêm uma relação maior de proximidade com as povoações de origem, em Cabril os emigrantes cada vez regressam menos. «Dantes, vinham sempre pela Festa da Nossa Senhora de Assunção, a 15 de Agosto. Cada vez vêm menos. Os filhos casaram no estrangeiro, não querem vir. O cordão umbilical com o Cabril partiu-se. Temos casas fechadas que abrem oito dias do ano».

A população que resta, envelhecida, trabalha o milho, a batata, o feijão, o vinho e o azeite. «Há cerca de 20 anos houve um técnico do Estado que quis executar aqui um projecto de um lagar de azeite. Já foi considerado o melhor do país. Há mais de 20 anos, a azeitona de Cabril ia para Arouca e era paga a mil escudos (cinco euros) o litro». A oportunidade gorou-se e com a sangria populacional a produção de azeite reduziu muito.

«Há muitos terrenos abandonados e não se arranjam pessoas que queiram trabalhar a terra por menos de 35 a 40 euros. Mais a mais, aqui há muitos patamares, muitos socalcos e que exigem muita mão-de-obra. As pessoa vivem de reformas pequenas, não têm condições de pagar».

Com três aldeias - Pereiró, Ladeiro e Vitoreiro - perdidas junto ao rio Paiva, uma aldeia em xisto, Levadas, à espera de aproveitamento turístico e uma gastronomia magnífica ( cabrito e vitela), Cabril espera melhores dias.

A estrada, entalada entre o sopé da Serra de Montemuro e o Rio Paiva, segue em curvas e contra curvas entre socalcos e vinhas por Meã e Parada de Ester em direcção a Castro Daire. Passo por uma pastora e as suas cabras. A meio do caminho, dou com um fogo junto aos eucaliptos que invade de fumo a estrada. Em Meã enveredo pelo casario em xisto e lousa. Vejo um guarda-chuva pendurado numa porta de madeira, um gato foge mal desço a calçada. Nada de seres humanos. De repente, espreito por um velho portão e avisto um casal de velhos aldeões - «é de Lisboa? E anda sozinho por aqui?».

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(*) Nuno Ferreira nasceu em Aveiro em 1962. Licenciou-se em comunicação social na Universidade Nova de Lisboa. Foi colaborador permanente do semanário Expresso de 86 a 89, ano em que ingressou nos quadros do jornal Público (até 2006). Nos últimos 20 anos fez reportagens de cariz social. No Jornal Público manteve uma crónica satírica intitulada “Ficções do País Obscuro” e escreveu sobre música popular americana. Recebeu, entre outros, o Prémio de Jornalismo de Viagem do Clube de Jornalistas do Porto com o trabalho «Route 66 a Estrada da América» (1996). No ano seguinte recebeu o Prémio de Jornalismo de Viagem do Clube Português de Imprensa com o trabalho «A Índia de Comboio». Em 2007 publicou conjuntamente com Pedro Faria o livro «Ao Volante do Poder».



In: Portugal a Pé - Na «serra mais esquecida de Portugal»

segunda-feira, agosto 23, 2010

Encerrram apenas (????) 4 escolas em Castro Daire

Depois do anunciado “vendaval” nas escolas do concelho afinal encerram apenas 4 escolas. Encerram as escolas de Ester, Moledo, Vila Boa e Folgosa. Apesar de achar que não deveriam encerrar nenhuma escola, foi o menos mal.

Permanecem em funcionamento as escolas de Parada de Ester e Cabril. Falta saber por quanto tempo.

Espera-se que assim se mantenha, ou não sendo possível as duas, se consiga manter uma escola para as duas freguesias. Nesse cenário, deve haver negociação, de forma a que as rivalidades entre freguesias impeçam o bem das crianças das duas freguesias. È sabido que em Parada de Ester as actuais instalações da escola primaria não servem de forma razoável a educação das crianças que a frequentam.

Cabril não poderá aceitar que apenas se lembrem dos 34 km’s de distância para a sede do concelho para que em Castro Daire (vila) defendam para si as mordomias que á população de Cabril não lhe disponibilizam.

ver aqui as escolas a encerrar:  http://www.drec.min-edu.pt/repositorio/Lista_Escolas_Encerrar_DREC10_11.pdf

domingo, agosto 22, 2010

Porque ainda se permite que se lancem foguetes nalgumas festas populares?


É absolutamente proibido em fase critica:



•Fumar ou fazer lume de qualquer tipo

Lançar foguetes ou balões de mecha acesa

•Realizar queimadas para renovação de pastagens

•Queimar sobrantes agrícolas ou florestais

quinta-feira, julho 08, 2010

Bombeiros falidos fecham extensão

00h30m
Teresa Cardoso

«« Os Bombeiros Voluntários de Castro Daire fecharam, ontem, a secção avançada de Parada de Ester. Na origem do impasse, que no fim-de-semana pode atingir o quartel-sede, estão 320 mil euros de dívidas acumuladas. E um imbróglio municipal por resolver.

A decisão da Câmara Municipal em não comparticipar os 130 mil euros investidos pelos bombeiros na construção de duas Unidades Locais de Formação (ULF) - uma das verbas mais vultosas do passivo de 320 mil euros que obrigou a fechar ontem a secção de Parada de Ester e ameaça paralisar a corporação, já este fim-de-semana, por falta de dinheiro para comprar combustíveis - está a deteriorar as relações com os bombeiros.

O presidente da corporação, António Pinto, garante que a comparticipação municipal foi prometido e protocolada com o anterior executivo liderado pela social-democrata Eulália Teixeira.

“A Câmara assumiu a construção das ULF que, na altura, ascendiam a mais de 80 mil euros. Fez o projecto, preparou os acessos e instalou a energia”, garante o dirigente, ao mesmo tempo que mostra um documento da Divisão de Obras, Planeamento e Ambiente da Câmara, datado de Setembro de 2009, onde esta propõe a execução da obra por ajuste directo.

Com as ULF em funcionamento, a corporação está a ser pressionada pelo empreiteiro para pagar. “Pedimos à Câmara para assumir o que foi prometido pela anterior presidente e passar uma nota de dívida para que pudéssemos levantar o dinheiro na banca. Não é isso que está a acontecer. Estão a dever-nos, inclusive, o subsídio anual de 75 mil euros. Com esta dívida e a de outras entidades, corremos o risco de fechar tudo”, alerta António Pinto.

O presidente da Câmara, Fernando Carneiro, nega a existência de dívidas para com os bombeiros de Castro Daire. ?Em 2009 transferimos um total de 139 mil euros, montante que inclui o subsídio de 75 mil euros (pago em três tranches), a equipa permanente de cinco homens totalmente assegurada por nós, seguros pessoais de todos os voluntários e outras despesas?.

Já este ano, lembra o autarca socialista, “aprovámos um subsídio de 75 mil euros e já pagamos duas tranches de 25 mil cada. Falta a terceira, que será liquidada logo que se possa, uma vez que não há prazo estabelecido. Onde está a dívida?”, questiona.

Sobre o alegado incumprimento da promessa de comparticipação das ULF, o autarca esclarece. “Quando fui contactado pelos bombeiros, interpelei a anterior presidente e actual vereadora, engª. Eulália Teixeira, que garantiu ter apenas prometido pagar o desaterro. Temos de acreditar nas pessoas”, diz Fernando Carneiro.
Preocupado com o fecho da secção de Parada, o autarca diz esperar que os corpos sociais dos bombeiros encontrem a solução.

in:http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Viseu&Concelho=Castro%20Daire&Option=Interior&content_id=1612865

terça-feira, julho 06, 2010

Concelho de Castro Daire recebe financiamento para a construção de 3 novas unidades de apoio social

«« Castro Daire vai ser contemplado com o financiamento para a construção de 3 novos edifícios de apoio social na área do Concelho.


A cerimónia da contratualização destes financiamentos das candidaturas aprovadas decorreu no passado dia 05 de Julho no Governo Civil de Viseu na presença da Senhora Ministra do Trabalho e da Solidariedade Social, Helena André.
Este financiamento surge no âmbito do Programa Operacional Potencial Humano (POPH) do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), tendo como eixo prioritário o da cidadania, inclusão e Desenvolvimento Social.
Estes novos edifícios previstos para o Concelho de Castro Daire serão situados em Parada de Ester, S. Joaninho e Mosteiro do Presépio, este último na freguesia de Castro Daire. Estes novos equipamentos vão permitir o melhoramento da rede de infra-estruturas sociais no concelho e um apoio mais efectivo à população.
O Lar residencial previsto para Mosteiro do Presépio é da responsabilidade da Santa Casa da Misericórdia de Castro Daire e prevê lugar para 24 utentes sendo uma infra-estrutura de apoio ao cidadão portador de deficiência. O financiamento para esta obra é de 704.173€ num investimento total de 938.911€.

As outras duas infra-estruturas a construir no Concelho, respectivamente de Parada de Ester e S. Joaninho, serão dois lares de idosos e vão possibilitar a criação de 70 novos lugares, 30 em Parada de Ester e 40 em S. Joaninho. O Financiamento para estas obras é de 525.190€ para Parada de Ester e 815.434€ para S. Joaninho. Estas novas infra-estruturas são da responsabilidade respectivamente da Casa do Povo de Parada e da Associação Cultural e Social de S. Joaninho. »»



No total o financiamento para o Concelho de Castro Daire, respeitante aos 3 novos equipamentos, ronda os 2 milhões de euros o que se afirma como muito significativo e importante para a região.

Esta Cerimónia contou com a presença do Senhor Presidente da Câmara que se mostrou extremamente satisfeito com o investimento que o Concelho vai receber com a implementação destes equipamentos de apoio social.


segunda-feira, fevereiro 22, 2010

Lar de idosos Parada de Ester / Lar de idosos de Alvarenga

Ontem reuniram-se na sede da junta os representantes das associações da freguesia de Cabril, o presidente de Junta e o presidente da assembleia de freguesia e conclui-se por unanimidade não colaborar com a Casa do Povo de Parada de Ester na realização do lar de idosos, assim como se achou conveniente estudar a proposta de Alvarenga ou mesmo lutar por se conseguir isso em Cabril.