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sexta-feira, março 27, 2015

Futuro local de abastecimento para os bombeiros - Pereiró, Cabril

Em 2005 arderam várias casas na aldeia de Pereiró devido a um incêndio florestal de grandes dimensões, que por falta de acessos, e por falta de abastecimento de água para os auto-tanques combaterem as chamas. Passaram quase 10 anos e as condições da floresta e dos terrenos envolventes da aldeia estão agora ainda mais propicias a ocorrer a mesma catástrofe.

Os acessos, os caminhos e a estrada de acesso a Pereiró melhoraram, com a construção do estradão desde a aldeia até ao limite do concelho, do lado poente, da melhoria das ruas na aldeia, e da pavimentação da estrada desde o Murouçal até à aldeia permitindo o acesso a carros de maiores dimensões.
Ficava assim a faltar uma forma de abastecimento dos carros de combate em tempo útil e de forma eficaz, coisa difícil sendo feita a partir de camião cisterna vindo de Castro Daire, como habitualmente. Sabendo-se que os carros de combate de maiores dimensões não passam em Vitoreira, impedindo desta forma o acesso por este lado, urgia criar um ponto de abastecimento entre Pereiró e Vitoreira. Sendo que a estrada que liga as duas aldeias passa junto ao rio, fonte inesgotável de água, no Averdoso, era aí o local indicado para se criar um ponto de abastecimento.


Desde que assumi funções na assembleia de freguesia  de Cabril que venho alertar para esta questão a junta de freguesia, sendo que "água mole em pedra dura, tanto bate até que fura" no final do anterior mandato consegui convencer o presidente da junta, Prof. Zeca.
Este por sua vez, conseguiu convencer da necessidade, descrita acima, a Câmara Municipal de Castro Daire, que procedeu à aquisição do terreno. Recentemente, depois de tratadas as formalidades legais começou a limpeza do terreno.
Este terreno tem outras potencialidades tais como a possibilidade de alargamento da estrada Pereiró-Vitoreira num ponto actualmente apertado, a criação de um parque de lazer junto ao rio, etc.


É um investimento de futuro, que a seu tempo, e quando menos se esperar terá a sua utilidade. Apesar de se esperar que nunca venha a ser usado para o combate aos incêndios. 

Espera-se ainda que se continue a intervenção no terreno para permitir o acesso fácil à água já no próximo verão. Ninguém entenderia que depois do investimento feito, os incêndios chegassem primeiro.






segunda-feira, março 03, 2014

Água de consumo em Vitoreira

Hoje apareceram por cá, em Vitoreira, os senhores funcionários da Câmara de Castro Daire (cantoneiros) supra-sumo em tratamento de águas de consumo humano e despejaram dezenas de litros no depósito que abastece a aldeia.
A água já tresanda a lixívia!
Amanhã será o dia de aparecerem os mesmos cantoneiros para recolherem as amostras para análise, que supostamente seriam recolhidas por um laboratório acreditado...
No dia seguinte começarão a aparecer vermes, anfíbios etc mortos nas torneiras de casa!
Passados dias se a analise for negativa, cá aparecerão de novo para repetir a recolha e respectiva análise até que tudo pareça
óptimo!

quinta-feira, dezembro 26, 2013

Há quem diga por aí! 454

PJC "-Andam por cá hoje?"
Funcionário CMCD "-É verdade, de manhã fizemos o tratamento ( da água de consumo em Cabril) agora de tarde vamos fazer a colheita das amostras."
...
...

terça-feira, abril 02, 2013

Confecção do trigo doce, uma tradição da Páscoa em Vitoreira


Apresentam-se fotos de como se faz o trigo doce.



depois de ter todos os ingredientes necessários, começa-se por mistura-los,
e amassam-se todos dentro do tradicional tabuleiro de madeira.


entretanto acende-se o forno de pedra, para que possa ficar devidamente quente.


deixa-se fermentar a massa durante algumas horas...



tendem-se os bolos....


e não se podem contar porque se não eles não vão crescer...


passados alguns minutos, preparam-se, são cortados e "untados" com azeite.


levam-se ao forno previamente aquecido


ai estão eles no forno


sempre aquecidos em fogo brando




cá estão os ditos bolos no forno de pedra preparados para sairem



e por fim o resultado esperado, estes belos e apetitosos bolos de trigo doce da pascoa.

domingo, março 03, 2013

quarta-feira, janeiro 30, 2013

Muita parra e pouca uva!

in: Revista municipal

1º- Não existe rua da Capela
2º- Não houve qualquer alargamento
3º- No cimo da povoação apenas foi calcetado o largo (sem alargamento), e a rua já foi calcetada à décadas, necessitando de alargamento
4º -As ambulancias não chegam a este largo nem ás pessoas que ai vivem...
5º- A pequena rua (na 3ª imagem) calcetada não permite ser usada por nenhuma viatura pois faltou a  coragem para a alargar



segunda-feira, janeiro 21, 2013


Voluntariado SOS Rio Paiva

A Associação SOS Rio Paiva abrange 9 municípios do vale do Paiva, um rio com mais de 100 km de extensão por entre montanhas e vales.
Torna-se difícil cobrir esta vasta àrea por isso esta ferramenta tem sido tão importante!

Se vives na vasta região da bacia hidrográfica do Paiva, ou noutra região do país, e pretendes acompanhar este trabalho e se possível colaborar nas iniciativas, basta preencher esta ficha. Obrigado!


http://riopaiva.us5.list-manage1.com/subscribe?u=b403c6c4864601ac28da4ce7a&id=9af66ef55d

sexta-feira, maio 18, 2012

Vitoreira

Vitoreira

Terra bela
aldeia de toda a brincadeira
a todos nos deixa saudade por ela
Jogar á bola na eira

andar de bicicleta
brincar com a carreta
mergulhar no rio
passear com o tio

Toda liberdade do mundo
saudade
saudade
do cimo ao fundo.

SM'05

quarta-feira, maio 02, 2012

Uma aventura no rio Paiva - Revista Visão



Andava Octávio Canhão à procura do lugar ideal de treino para uma expedição em caiaque ao Polo Norte, em 1994, quando descobriu a paisagem crua do rio Paiva, entre os distritos de Viseu e Aveiro. Fixou o olhar na zona da garganta do curso, a mais dura, e ensaiou a coragem para a corrida organizada pelo Tuareg Kayak Clube. "Era um entusiasta da espeleologia e não resisti ao desafio", explica o agora empresário, de 43 anos.
Estamos nas margens do Paiva, uns metros valentes em cima de pedras, perto da praia do Areinho, e o reviver do passado enche o cenário de magia. Aquelas são águas bravas, as mais selvagens do País, um rio que se rasga em rápidos e depois desliza mansamente, para, em seguida, retomar o seu curso desenfreado, num leito pedregoso, típico de montanha.
Ainda estamos a recuperar o fôlego das histórias de horas e horas de aventuras no Polo Norte, quando Octávio nos atropela o pensamento para lembrar que já prometeu ir à conquista do Sul - e que a viagem à Antártida até esteve agendada para 2009, Ano Polar Internacional.
Entre os dois marcos, além de ter mergulhado no Banco de Gorringe, nas ilhas Desertas e nas Selvagens, criou uma marca própria em volta do Paiva. Pela mão da Lusorafting, apresentou ao País as mais diversas maneiras de descer um rio, com maior adrenalina ou em velocidade de cruzeiro. Pelo trecho idílico de montanha em volta, é fácil adivinhar a forma avassaladora como a prática conquistou os amantes da natureza - e todos os outros.
Canoístas, essas aves raras
Voltamos à ponte de Alvarenga. Ali é que começa o rafting a sério e, naquele rio de relevo acidentado, há perigos escondidos, à espreita. "Já parei descidas por intuição", conta Canhão, que se assume como um gestor de emoções, tanto a alertar os parceiros para os riscos, quando o caudal bate nos traços que vemos desenhados nas pedras, como a estender-lhes os braços se os sente em aflição. Insiste que também erra ("Nunca se sabe tudo"), mas que o conhecimento do rio já lhe trouxe frutos: sempre que há gente desaparecida nas águas do Paiva, o seu telefone toca.
"Aqui faz-se o salto de classe seis", diz, referindo-se ao mais alto grau de dificuldade do rafting. Escuta-se o caudal, ruidoso apesar da parca chuva do último inverno, e torna-se difícil imaginar que, um dia, o curso possa ter sido meio de transporte para o comércio de madeiras, e tenha feito florescer algumas práticas de navegação em águas bravas. A mais conhecida foi a técnica de "paivar", que consistia na utilização de uma vara longa, firmada no fundo do rio para conduzir a embarcação.
Há uns anos, Octávio Canhão e os amigos eram vistos como umas aves raras - os canoístas. Encontravam-se na praia do Areinho e desapareciam no rio. Só os pescadores os viam. Mais tarde, começaram a oferecer descidas à população e a conquista foi imediata. Os clientes que vieram com a criação da Lusorafting, em 2000, fizeram mais por aquele interior do que se possa julgar. "Foi o boom..."
A crise e as oportunidades
A partir dali, de Espiunca até Travanca, são 10 quilómetros de passeio, de natureza, de ar livre, no troço mais fácil do rio. Acompanham-nos vales profundos e a espuma das ondas mas também pingos cada vez maiores. Os olhos de Octávio brilham. "Onde vocês veem chuva, eu vejo dinheiro." Há quatro meses que não fatura - sem chuva ali não há caudal suficiente para descidas.
Nada que o faça desanimar. Ele é um otimista que não se arrependeu da sua aposta de vida de aventura, um gosto cultivado nos livros do oceanógrafo Jacques Cousteau que o pai, desenhador da Força Aérea, guardava na estante lá de casa. Como as crises trazem sempre oportunidades, arriscou, primeiro, no mercado das experiências - A Vida É Bela, Odisseias, etc. - e, agora, nas vendas coletivas e nos cupões. Além disso, levou para o Paiva outros equipamentos, como o river tubing (em boias). Pelo meio, dedicou-se a recolher a história das águas bravas no mundo e tem entre mãos um arrojado projeto de desenvolvimento turístico da região. Como a modalidade deixou ser radical para se tornar familiar, cresce o sonho de, um dia, criar um circuito artificial de águas bravas, para levar o Paiva até Lisboa. "O pior que me podem dizer é que é impossível."


Ler mais: http://visao.sapo.pt/uma-aventura-no-rio-paiva=f661962#ixzz1tjOISIT1

quinta-feira, dezembro 22, 2011

segunda-feira, novembro 07, 2011

Há quem diga por ai! 202

".... será que Cabril já é doutro concelho?"

Srº Presidente Carneiro / srº  Fernando da Casa Do  Povo sei que lê este blog, e deixo-lhe aqui as seguintes propostas para provar que Cabril ainda está no mapa como Castro Daire:

"... limpar as valetas das estradas da parte debaixo da freguesia de Cabril e terminar o trabalho nas restantes"
"... terminar o trabalho mal começado no Ameal"
"...dar um abastecimento de água digno ás populações de Vitoreira, Lodeiro, Castro, Santarem, Arrifana, etc!"
"...apoiar/incentivar a reabilitação da capela de Moimenta"
"... dar duma vez por todas um forte sinal de desagrado pelo estado da EN 225!"
"...deixar de poluir o Rio Paiva!"
"...criar infra-estruturas de apoio ao combate a incêndios"
"... apoiar os bombeiros de forma a terem possibilidades de colocarem uma ambulância em Parada durante todo ano e um carro de combate a incêndios nas alturas do ano mais criticas."
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sexta-feira, outubro 21, 2011

terça-feira, junho 28, 2011

quarta-feira, abril 27, 2011

Mais uma vez "cagaram" para a nossa Paiva! 05

Sábado 23-04-11, depois de uma semana de alguma chuva, este dia ameaçou chuver, logo voltou a cor azul ao Rio Paiva.


E voltaram a cagar para o Nosso Rio!

Mais uma vez toda gente sabe, vê e cheira, mas ninguem faz nada!



quarta-feira, maio 05, 2010

Ha quem diga por ai! 59 / Foi para isto continuar assim que votamos PS? 04

Na semana passada, e após terem sido alertadas a Junta de Freguesia de Cabril e por meio desta a Câmara municipal de Castro Daire, para a situação critica (canalização a céu aberto, captação em mau estado e com presença de repteis e anfíbios...) do abastecimento de água a Vitoreira, a solução dada pela Câmara e seus "exacerbados trabalhadores" foi colocar uma grande quantidade de Cloro no deposito, ou naquilo a que chamam deposito. Tornando a mesma água impossível de se beber, intragável.


Pergunto:

- que competência têm estes “exacerbados trabalhadores” para adicionar compostos químicos a água para consumo humano?
- é isto solução para o problema?
- se do consumo desta água advier consequências para a saúde de alguém quem se vai responsabilizar por tal?

terça-feira, maio 04, 2010

Foi para isto continuar assim que votamos PS? 03

ÀGUA ! (A saga continua)


Segundo o site do Município Castrense em www.cm-castrodaire.pt, no 1º trimestre de 2010 (Janeiro, Fevereiro e Março) os resultados das análises laboratoriais efectuadas à qualidade da água para consumo humano foram os seguintes:

ALMOFALA - FORA DOS VALORES
ALVA - FORA DOS VALORES
ARCAS - FORA DOS VALORES
BUSTELO - FORA DOS VALORES
CABRIL - CUMPRE OS VALORES
CAMPO BEMFEITO - FORA DOS VALORES
CANADO - CUMPRE OS VALORES
CASAIS DO MONTE - FORA DOS VALORES
CELA - FORA DOS VALORES
CODEÇAIS DE MÕES - FORA DOS VALORES
COTELO - FORA DOS VALORES
COURA - FORA DOS VALORES
COVELO DE PAIVA - FORA DOS VALORES
CUJÓ - FORA DOS VALORES
CUSTILHÃO - FORA DOS VALORES
EIRIZ - FORA DOS VALORES
ESTER DE BAIXO - FORA DOS VALORES
FOLGOSA - FORA DOS VALORES
GOSENDE - CUMPRE OS VALORES
GOSENDINHO - CUMPRE OS VALORES
GRANJA - FORA DOS VALORES
GRIJÓ DO GAFANHÃO - FORA DOS VALORES
LAMAS - FORA DOS VALORES
LAMELAS - FORA DOS VALORES
MÊA DE BAIXO - CUMPRE OS VALORES
MEZIO - FORA DOS VALORES
MOITA - FORA DOS VALORES
MOLEDO - FORA DOS VALORES
MONTEIRAS - FORA DOS VALORES
MOURA MORTA - FORA DOS VALORES
PARADA - FORA DOS VALORES
PEREIRA - CUMPRE OS VALORES
PICÃO - CUMPRE OS VALORES
RELVA - FORA DOS VALORES
RERIZ - FORA DOS VALORES
ROSSÃO - FORA DOS VALORES
SANTA MARGARIDA - FORA DOS VALORES
SÃO JOANINHO - FORA DOS VALORES
SOLGOS - FORA DOS VALORES
TERMAS DO CARVALHAL - FORA DOS VALORES
TULHA NOVA - CUMPRE OS VALORES
VALE ABRIGOSO - FORA DOS VALORES
VILA SECA - CUMPRE OS VALORES
VITOREIRA - FORA DOS VALORES

Facilmente se poderá concluir que das 44 análises recolhidas, 35 delas (cerca de 80%) obtiveram resultados que se encontram fora do valor paramétrico legislado.

Caso para perguntar:

•Que andam os funcionários responsáveis por este sector a fazer?
•Será que estes já foram chamados à responsabilidade, por quem de direito,por não terem cumprido com a função para a qual são pagos?
•Não terá o Munícipe, uma vez que a paga, direito a consumir água de qualidade?
•Se algo acontecer ao Munícipe em termos de saúde quem irá assumir a responsabilidade?
•Não terão os Munícipes o direito de saber que estão a pagar “gato por lebre”?

Eu, aqui na minha esquina, cá continuarei atento a estas anomalias na água, e não só, do Concelho de Castro Daire, saindo apenas para deslocações á Fonte dos Peixes, felizmente um bem precioso que ainda vamos tendo!

Zé da Esquina

in: http://quatroesquinas.blogs.sapo.pt/