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quarta-feira, setembro 30, 2015

Castro Daire – Incendiário detido em flagrante delito


Militares do Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS) de Armamar, com o apoio de militares do GIPS de Viseu detiveram, em flagrante delito, ontem, dia 29 de setembro, um incendiário na Serra de Montemuro.

A equipa helitransportada chegou ao local do incêndio poucos momentos depois de as chamas terem começado a deflagrar, sendo que os militares suspeitaram que o responsável pela ignição do fogo ainda estivesse na zona. Quando o incêndio ficou controlado, um cão ao fundo da ravina chamou a atenção dos militares que se deslocaram para perto do animal e encontraram uma sachola e um indivíduo escondido debaixo de um rochedo. O suspeito tinha em sua posse dois isqueiros e admitiu não ter sido o primeiro incêndio que havia ateado. Foi presente a Departamento de Investigação e Ação Penal de Viseu tendo ficado sujeito a termo de identidade e residência como medida de coação.


Data de Inserção: 30/Set/2015
Fonte: DCRP
in:http://gnr.pt/default.asp?do=tnov0r6r_vz24r05n%2F016vpvn5%2Fa16vpvn5_qr5p4vpn1&fonte=noticias&id=2371

sábado, fevereiro 28, 2015

Multas por falta de limpeza das matas geram quase 150.000 euros em 8 meses

1.896 foram multadas pro falta de limpeza de matas entre maio e janeiro.

 A PSP e a GNR multaram 1.896 proprietários por falta de limpeza de terrenos florestais, entre maio e janeiro, que resultou numa receita de 149.040 euros, segundo dados avançados à agência Lusa pelo Ministério da Administração Interna. 

Desde maio de 2014, que a Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna (MAI) passou a ser responsável pela instrução dos autos de contraordenação levantados pelas forças de segurança em matéria de incêndio florestal. Anteriormente eram as câmaras municipais responsáveis pela aplicação e cobrança das coimas sobre a falta de limpeza das matas ou das zonas juntos às habitações. 
Os dados do MAI indicam que, entre maio de 2014 e 31 de janeiro deste ano, a GNR levantou 1.720 autos, que resultaram numa receita de 144.590 euros. Por sua vez, a PSP registou 176 coimas, que geraram 4.450 euros. A alteração de competências das autarquias para a Secretaria-Geral do MAI esteve relacionada, segundo o Governo, com o número reduzido de coimas cobrados pelas autarquias em relação aos autos levantados pelas forças de segurança.



in: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/sociedade/detalhe/multas_por_falta_de_limpeza_das_matas_geram_quase_150000_euros_em_8_meses.html

domingo, abril 06, 2014

Sessão de esclarecimento: "FLORESTA PROTEGIDA 2014" - Cabril

"O Núcleo de Proteção Ambiental do Destacamento Territorial de Viseu deslocou-se à Freguesia do Cabril - Castro Daire. No local encontravam-se alguns populares e o Sr Presidente da Junta. Foi feita uma ação de sensibilização com os presentes que mostraram bastante interesse na ação, nomeadamente quanto aos cuidados a ter na realização das queimas e queimadas."







in:https://www.facebook.com/media/set/?set=a.740873325953299.1073742092.271836146190355&type=1

terça-feira, novembro 26, 2013

Incêndios de volta ao vale do Paiva em pleno Inverno

Incêndio devasta uma grande área na margem esquerda do rio Paiva, começou perto da aldeia de Sequeiros e já se aproxima de Bordezedo.

quarta-feira, setembro 25, 2013

Castro Daire: Quatro anos e meio de prisão por ter ateado fogo

"A Procuradoria-Geral Distrital do Porto anunciou, esta quarta-feira, que o Tribunal de Castro Daire condenou, a quatro anos e meio de prisão efetiva, um arguido pela prática do crime de incêndio florestal.

Os factos remontam a 3 de setembro do ano passado, quando o arguido ateou um fogo em Alva, no concelho de Castro Daire, "numa área densamente florestada, composta maioritariamente por pinheiros".
"Ateou fogo à vegetação, dando origem a um incêndio que consumiu cerca de 1500 metros quadrados de área florestal, só não tendo consequências mais gravosas, nomeadamente no que respeita a residências e instalações de apoio à agricultura e de produção animal, por força da pronta intervenção dos bombeiros", refere a Procuradoria-Geral Distrital do Porto.
Na atribuição da pena, na terça-feira, o Tribunal de Castro Daire teve em consideração "o facto de o arguido ter praticado os factos no decurso do cumprimento de uma pena de prisão por dias livres", acrescenta.
A fonte explica que o arguido já tinha sido condenado no passado dia 4, "também pela prática do crime de incêndio florestal, porém por factos reportados a março de 2012", na pena de sete anos e meio de prisão."

inhttp://www.jn.pt/PaginaInicial/Seguranca/Interior.aspx?content_id=3440710