segunda-feira, julho 30, 2012
sábado, julho 28, 2012
Há quem diga por ai! 303
"À primeira qualquer um cai. À segunda cai quem quer.À terceira só cai os burros"
quarta-feira, julho 25, 2012
sábado, julho 21, 2012
quinta-feira, julho 19, 2012
segunda-feira, julho 16, 2012
sábado, julho 14, 2012
sexta-feira, julho 13, 2012
quinta-feira, julho 12, 2012
terça-feira, julho 10, 2012
Acidente provoca um morto e três feridos em Castro Daire
Um homem morreu e outras três pessoas ficaram feridas, na manhã de segunda-feira, num acidente ocorrido na estrada municipal de Gafanhão, no concelho de Castro Daire, disse à agência Lusa fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Viseu.
Segundo a mesma fonte, tratou-se de uma colisão entre dois veículos ligeiros, que aconteceu cerca das 10:20.
Os feridos foram transportados para o hospital de Viseu.
(Texto: Agência Lusa)
in:http://www.asbeiras.pt/2012/07/acidente-provoca-um-morto-e-tres-feridos-em-castro-daire/
sábado, julho 07, 2012
sexta-feira, julho 06, 2012
quinta-feira, julho 05, 2012
Licá (Castrense) eleito melhor jogador de 2011/12
AVANÇADO FOI DECISIVO NO ESTORIL

O avançado Licá, do Estoril, foi eleito o melhor jogador da edição 2011/12 da Segunda Liga. O dianteiro do Estoril recebeu a distinção esta tarde no Palácio do Freixo, no Porto.
Além de Licá, o Estoril recebeu ainda mais dois prémios, o de melhor guarda-redes, atribuído a Vagner, e o de melhor treinador, dado a Marco Silva.
O médio Miguel Rosa, que alinhou no Belenenses, foi eleito o jogador revelação.
Lista de prémios:
Jogador revelação: Miguel Rosa (Belenenses)
Melhor guarda-redes: Vagner (Estoril)
Melhor Jogador: Licá (Estoril)
Melhor treinador: Marco Silva (Estoril)
Melhor marcador: Joeano (Arouca)
quarta-feira, julho 04, 2012
terça-feira, julho 03, 2012
sábado, junho 30, 2012
sexta-feira, junho 29, 2012
O vácuo
Vasco Pulido Valente, Público 29/06/2012
O vácuo
"Levantada a pesada histeria do futebol, em que abafámos durante
quinze dias, talvez se possa voltar a pensar neste pobre país, que nos
deu a sardinha assada e o sr. Seguro. Para lá do défice, que, como toda a
gente sabia, não se vai cumprir sem meia dúzia de apertões
complementares, fica ainda um sarilho que se julgou temporário, mas
continua a crescer, com sintomas cada vez mais graves, e que não parece
interessar os curiosos peritos da nossa praça: o Presidente da
República. No último domingo, o Presidente da República foi apupado em
Guimarães, "capital europeia da cultura" (uma extravagância que
sobreviveu ao presente desastre), e em Castro Daire, uma vila remota que
não se costuma distinguir nos tumultos da Pátria, e que desta vez
também resolveu molhar a sopa.
Em Guimarães, o bom povo (com alguns camaradas do PC à mistura)
chamou "gatuno" ao Prof. Cavaco, alegadamente por causa da promulgação
do Código de Trabalho: um acto de uma certa, embora pouca,
racionalidade. Em Castro Daire, dezenas de pessoas (não deve haver muito
mais) queriam protestar contra o encerramento do tribunal e as
portagens da auto-estrada (a A24) que liga Viseu a Chaves: um puro
disparate constitucional. Do alto da sua enormíssima importância, Cavaco
não comentou. Disse meia dúzia de banalidades sobre o "grande sucesso"
de Guimarães e voltou, suponho que depressa, para Lisboa. Mas se naquela
cabeça existe um resto de bom senso, com certeza que pensou com
inquietação na fragilidade dele e do regime.
O que as cenas de Castro Daire e de Guimarães demonstram, para lá de
qualquer dúvida, é que o Presidente deixou de ser visto como um árbitro
da cena política portuguesa e passou a ser visto como um cúmplice. Quer
queira, quer não queira, Cavaco perdeu a autoridade, tradicionalmente
associada a Belém. O país percebeu o silêncio culpado sobre Sócrates,
que ele julgou necessário para ser reeleito; e percebeu a seguir a razão
dos discursos que fizeram e apoiaram a coligação da direita.
Principalmente, ninguém lhe desculpou, ou desculpará, a fita inominável
sobre a "pensão de reforma" ou, por mais que ele se explique, a água
turva do BPN e o Algarve. Da antiga confiança com que o eleitorado
inexplicavelmente o favorecia, não sobra nada. Ao primeiro problema
sério, o regime e os portugueses descobrirão para seu desgosto e
surpresa que Belém é um vácuo."
quinta-feira, junho 28, 2012
Em que ficamos?
Domingo, 24-6-12,
"Carneirinho manso" em Castro Daire
Quinta, 28-6-12,
"Carneiro, o manifestante" em Lisboa
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