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terça-feira, junho 10, 2014

Hoje fui solidário com Cavaco!


E não, não estou bêbado!
Fui solidário porque um cidadão do meu país estava mal da sua saúde, porque independentemente de achar Cavaco um buraco negro na politica Portuguesa não consegui ficar indiferente perante a desgraça alheia. Fui solidário porque sou democrata e respeito o Presidente do meu país, que apesar de o detestar enquanto politico, ele foi eleito democraticamente!

Fiquei indignado que os manifestantes do costume, tenham interrompido uma cerimonia  de estado, comemorativa do país, das suas comunidades e de um dos seus grandes símbolos, com a presença das forças armadas, estas que foram quem permite que hoje se possam manifestar livremente,  desrespeitando tudo e todos! Fiquei indignado que esses manifestantes não se tenham calado depois da indisposição de um cidadão Português eleito pelos seus concidadãos Presidente da Republica, como forma de respeito. Fiquei indignado que esses manifestantes, supostamente defensores do serviço nacional de saúde, alguns ligados ao sector da saúde, outros professores, não tenham respeitado a falta de saúde de outrem dando um belo exemplo. Fiquei indignado que esses manifestantes tenham conseguido que Cavaco tenha tido uma enorme ovação!
Acima de tudo está em causa o respeito por Portugal e por nós próprios!
Como querem ser levados a sério os sindicalistas quando têm atitudes deste género, os mesmos que invadiram eventos do PS, quando não passam de abutres à espera da desgraça alheia, faltando ao respeito ao próximo?

sexta-feira, junho 29, 2012

O vácuo

Vasco Pulido Valente, Público 29/06/2012

O vácuo

"Levantada a pesada histeria do futebol, em que abafámos durante quinze dias, talvez se possa voltar a pensar neste pobre país, que nos deu a sardinha assada e o sr. Seguro. Para lá do défice, que, como toda a gente sabia, não se vai cumprir sem meia dúzia de apertões complementares, fica ainda um sarilho que se julgou temporário, mas continua a crescer, com sintomas cada vez mais graves, e que não parece interessar os curiosos peritos da nossa praça: o Presidente da República. No último domingo, o Presidente da República foi apupado em Guimarães, "capital europeia da cultura" (uma extravagância que sobreviveu ao presente desastre), e em Castro Daire, uma vila remota que não se costuma distinguir nos tumultos da Pátria, e que desta vez também resolveu molhar a sopa.
Em Guimarães, o bom povo (com alguns camaradas do PC à mistura) chamou "gatuno" ao Prof. Cavaco, alegadamente por causa da promulgação do Código de Trabalho: um acto de uma certa, embora pouca, racionalidade. Em Castro Daire, dezenas de pessoas (não deve haver muito mais) queriam protestar contra o encerramento do tribunal e as portagens da auto-estrada (a A24) que liga Viseu a Chaves: um puro disparate constitucional. Do alto da sua enormíssima importância, Cavaco não comentou. Disse meia dúzia de banalidades sobre o "grande sucesso" de Guimarães e voltou, suponho que depressa, para Lisboa. Mas se naquela cabeça existe um resto de bom senso, com certeza que pensou com inquietação na fragilidade dele e do regime.

O que as cenas de Castro Daire e de Guimarães demonstram, para lá de qualquer dúvida, é que o Presidente deixou de ser visto como um árbitro da cena política portuguesa e passou a ser visto como um cúmplice. Quer queira, quer não queira, Cavaco perdeu a autoridade, tradicionalmente associada a Belém. O país percebeu o silêncio culpado sobre Sócrates, que ele julgou necessário para ser reeleito; e percebeu a seguir a razão dos discursos que fizeram e apoiaram a coligação da direita. Principalmente, ninguém lhe desculpou, ou desculpará, a fita inominável sobre a "pensão de reforma" ou, por mais que ele se explique, a água turva do BPN e o Algarve. Da antiga confiança com que o eleitorado inexplicavelmente o favorecia, não sobra nada. Ao primeiro problema sério, o regime e os portugueses descobrirão para seu desgosto e surpresa que Belém é um vácuo."

in:http://www.publico.pt/

quinta-feira, junho 28, 2012

Em que ficamos?


Domingo, 24-6-12,
"Carneirinho manso" em Castro Daire



Quinta, 28-6-12,
"Carneiro, o manifestante" em Lisboa





terça-feira, junho 26, 2012

Há quem diga por ai! 289

(Popular) _"Ó sr presidente querem-nos fechar o tribunal!"
(Cavaco) _"Vamos esperar..."
(Carneiro) _"Vamos esperar, vamos esperar!"
(Popular)_ "Veja lá isso doutor."

segunda-feira, junho 25, 2012

Cavaquistão (Castro Daire) apresenta factura do betão ao senhor Aníbal

O excesso de longevidade política tem destas coisas. Dá para ver anos depois, ao vivo, o preço das ilusões que vendemos. Castro Daire, um pedaço do Cavaquistão de Viseu,  epicentro das maiorias absolutas de Cavaco Silva em 1987 e 1991, onde em 2006 e 2011 Cavaco teve percentagens superiores a 70% de votos como candidato presidencial assobiou o seu herói. Não quer que o tribunal de Castro Daire seja extinto, tal como está previsto na proposta do novo mapa judiciário.
Castro Daire é um excelente protótipo do concelho gastador em obras públicas. É pobre, tem pouca indústria e poucas empresas produtivas O sector mais importante é a construção civil, que vive praticamente das obras que o município adjudica, biblioteca, auditório, piscinas, complexo desportivo, requalificação de ruas, repavimento de estradas etc, etc, Em 2009, o PS ganhou a Câmara Municipal, com este modelo de desenvolvimento na boca. Perde população desde há anos mas continua a construir. Ontem, Cavaco Silva foi inaugurar o Parque Urbano, uma obra que custou quase 1 milhão de euros (no entanto, financiada a 85% pelo FEDER)
É difícil explicar a Castro Daire, e a outros tantos concelhos portugueses que viveram sempre deste modelo de desenvolvimento do cimento, que devem cortar com ele. Cavaco colhe hoje os ventos que semeou. O seu grande legado como primeiro-ministro são, no tempo das vacas gordas, as obras públicas, as auto-estradas, os viadutos, o CCB. Nunca apostou no mar, nunca bateu o pé ao desmantelamento das pescas, da marinha mercante, dos portos, da agricultura. 
É ele o grande responsável por esta ilusão de vida no betão que alastrou da administração central para as autarquias precisamente no tempo do cavaquismo. Sob a capa do pretenso reformador e do tecnocrata rigoroso, Cavaco criou um país inviável.   
Tem a agravante de nunca ter emendado a mão. Em 2000, lançou-se ao monstro da despesa pública de Guterres como  mera guerrilha política, sem dizer no concreto onde se devia cortar, no Estado, nas autarquias, nas obras públicas, sem indicar soluções visionárias aos muitos Castro Daire, um novo modelo judicial, extinção de tribunais, um novo modelo administrativo, com extinção de autarquias, modelos assentes na produção e não no betão, o fim das coutadas políticas, num arco de poder local que abrangeu todos os partidos, inclusivé  o PCP, o fim das contratações em massa nos municípios, as contratações políticas e as contratações para abafar o desemprego no concelho à custa de mais dinheiros públicos.  
A partir de 2007 lançou-se noutra guerrilha a Sócrates, com a necessidade de falar verdade, também sem enunciar soluções concretas. Ele que nunca teve a coragem de falar preto no branco aos portugueses das questões difíceis, das que ninguém gosta de ouvir.... falou da verdade. Com ela  acabou por nos enganar. Hoje continua o mesmo. A troika pede ao governo para extinguir metade das autarquias, porque sabe bem de onde vem parte do despesismo, mas Cavaco  mete a cabeça na areia. Tem medo de dizer o que o povo não quer ouvir. do choque, do divórcio com os portugueses por lhes falar verdade. No fundo, nunca soube governar em tempos difíceis, que é onde se vêem os verdadeiros governantes...                         

Há quem diga por ai! 288

"Vamos de Cavalo para burro!"

Por entre apupos e aplausos, Cavaco Silva garantiu empenho contra a crise


O Presidente da República foi hoje recebido  por entre aplausos e apupos de dezenas de pessoas que o aguardavam em Castro  Daire para inaugurar o novo Parque Urbano da vila, que custou 833 mil euros.








Na chegada de Cavaco Silva ao recinto prestes a ser inaugurado, dezenas  de manifestantes apuparam o Chefe de Estado dos dois lados do Parque Urbano,  enquanto os aplausos chegaram dos populares concentrados no interior do  novo espaço urbano de Castro Daire, onde funcionará a feira quinzenal do  concelho.
Contra o encerramento dos serviços no concelho, com cartazes a exigir  que seja impedido o encerramento do tribunal, um dos nove previstos para  encerrar no distrito de Viseu, estavam, de um lado do recinto, cerca de  meia centena de pessoas, e contra as portagens, e o encerramento dos serviços  de saúde e também do tribunal, outras tantas. 
No meio dos cidadãos que protestavam estava um burro com um cartaz no  dorso que dizia "vamos andar de cavalo para burro". 
Assim que Cavaco Silva desceu da viatura que o transportou de Guimarães,  onde esteve hoje de manhã, dezenas de populares aproveitaram os assobios  e os apupos para se intrometerem no "barulho" com aplausos ao Presidente  da República.  
Já no palco, de onde discursou para várias centenas de pessoas, e depois  de ouvir um coro de crianças cantar como é "fácil amar" Castro Daire, e  de onde ouviu o presidente da autarquia, o socialista Fernando Carneiro,  a reafirmar a sua "firme oposição" ao fecho do tribunal e o consequente  êxodo populacional do concelho, Cavaco Silva fez questão de recordar que  as dificuldades próprias de uma crise não podem ser "para sempre". 
"Os desequilíbrios financeiros que um país enfrenta, são, por natureza,  limitados no tempo e as medidas mais gravosas para enfrentar esses desequilíbrios,  são, por definição, temporários", disse Cavaco Silva às centenas de pessoas  que o ouviam no espaço e aos que protestavam nas imediações.  
E disse ainda: "Conseguindo vencer as dificuldades que enfrentamos hoje,  perante as instituições internacionais, recuperando a nossa independência  financeira em relação ao exterior, nós queremos todos reencontrar uma trajetória  de aproximação ao desenvolvimento económico e social da Europa de que fazemos  parte". O povo gostou. 
E gostou também, demonstrando-o com aplausos, de ouvir Cavaco dizer  que nesse esforço estará todo o seu empenho, toda a sua ambição, e não tendo  a mínima dúvida que as gentes de Castro Daire o acompanham "nesse empenho  e nessa ambição". 
"Aí estará todo o meu empenho, toda a minha ambição, e não tenho a mínima  dúvida que as gentes de Castro Daire me acompanham nesse empenho e nessa  ambição", prometeu. 
Cavaco Silva esteve cerca de uma hora em Castro Daire, onde falou com  vários populares, ignorando os protestos, e onde inaugurou o novo recinto  urbano da terra, que custou 833 mil euros, 85 por cento dos quais financiados  pelo FEDER. 
Lusa

sexta-feira, junho 22, 2012

Autarca de Castro Daire vai alertar Cavaco Silva para “injustiça” de fechar o tribunal


"O presidente da Câmara de Castro Daire vai “procurar sensibilizar” o Presidente da República, durante a sua visita ao concelho, agendada para o próximo domingo, para a “injustiça” que será o encerramento do tribunal local.

O fecho do tribunal é um dos pontos que o autarca de Castro Daire, Fernando Carneiro, vai destacar na intervenção que fará perante Cavaco Silva, que inaugurará o Parque Urbano da vila.
As dificuldades que as populações vão passar a ter para acederem à justiça, com “aumento de custos, dificuldades de chegar a Lamego (tribunal a que ficará ligado Castro Daire) em transportes públicos que não correspondem às necessidades” ou, ainda, o “esvaziamento do concelho”, são alguns dos argumentos que Fernando Carneiro vai inserir no seu discurso para sensibilizar Cavaco Silva."

quinta-feira, março 17, 2011

Cavaco pede aos jovens empenho de antigos combatentes

Público - Cavaco pede aos jovens empenho de antigos combatentes


"...os jovens devem empenhar-se em missões e causas essenciais ao futuro do país com a coragem e determinação com que os jovens de há 50 anos participaram na guerra do Ultramar".


“O desafio é lutar por um futuro melhor, de desenvolvimento e paz. Há que transmitir o às gerações mais jovens o testemunho de quem enfrentou a adversidade, com valores como a solidariedade, patriotismo, mérito e a honra, família e país...”, disse Cavaco.

in:http://www.ciberjunta.com/politica/707-cavaco-silva-homenageia-ex-combatentes.html


Está bem assim sr. Cavaco?


Ou é melhor assim?

segunda-feira, janeiro 03, 2011

quinta-feira, novembro 11, 2010

Cavaco: o cartaz que diz tudo!

«« O orçamento de Cavaco Silva para as Presidenciais ascende a 2 milhões de Euro, mais do que qualquer outro dos três candidatos anunciados.

Afinal, quanto custa a campanha de Cavaco Silva? Quem são os seus financiadores?

Em 2006 Oliveira e Costa, foi o que mais donativos deu para a Campanha de Cavaco Silva, o equivalente ao donativo máximo previsto por Lei.

João Rendeiro, o homem que levou o BPP à falência, foi outro dos financiadores.

Eduardo Catroga foi outro dos financiadores, esse homem polivalente que negoceia Orçamentos e financia campanhas para a Presidência da República: deu 5 mil Euro para a Campanha de Cavaco Silva em 2006.

A Lei eleitoral determina que os financiadores só serão conhecidos depois das eleições, depois do Presidente eleito.
 
Em termos de remunerações, Cavaco Silva aufere duas pensões, acumulando ainda com essas duas reformas o salário do Presidente de República, totalizando mais de 12 mil Euro por mês.

Afinal, quanto custa Cavaco Silva ao nosso país, esse homem que fala tão pouco a ponto de ninguem saber quem é e quem financia as suas campanhas?

Custou-nos 4 mil milhões....»»