terça-feira, maio 23, 2006

ALDEIAS- Covelo de Paivó







Covelo de Paivó é uma bela aldeia situada na margem direita do rio Paivó. É sede da freguesia com o mesmo nome. Concelho de Arouca. Diocese de Viseu. Distrito de Aveiro.
É uma terra de boas gentes, gente de trabalho.

A agricultura e a pastorícia têm ainda hoje um papel importante nesta região de paisagens virgens e incomparáveis da qual a aldeia tradicional e o Rio Paivó, com as suas águas cristalinas fazem parte integrante.

Covelo sofre como muitas das aldeias vizinhas a interioridade. Dista de arouca cerca de 25 km's.



rio Paivó


as cabras dominam pelas ruas aldeias


os belos campos de Covelo



localização:




festas e romarias:

Festa do Senhor No dia do corpo de Deus
Festa de S. Pedro 29 de Junho


site oficial da junta de fregusia de Covelo de Paivó:

http://covelodepaivo.aroucanet.com/


Visitem!! Vai valer a pena!

quinta-feira, maio 11, 2006

Onde pára??

Onde pára esta placa de homenagem ao Padre David?

Quem a retirou? Porque não foi colocada de novo?

Pois esta placa foi mandada fazer pelo próprio padre David, em vida, e foi assim que ele queria que no futuro, fosse homenageado.

Foi um homem que em vida fez muito por Cabril, conseguiu a luz eléctrica, o telefone, a feira mensal, as obras na capela do mártir S. Sebastião (como o conhecíamos antes das ultimas), entre outras. Acima de tudo, foi um Homem com H grande. Merecedor da homenagem que lhe foi feita á cerca de 14 anos, pela junta de freguesia.

Resta perguntar se deixou de merecer a homenagem.

Obviamente, continua a merecer a homenagem de todos os cabrilenses, por isso não podem ser meia dúzia de pessoas a deixar perder esta homenagem. Portanto pede-se a quem a retirou, ou á junta de freguesia (entidade promotora da homenagem), que devolva a placa ao seu lugar próprio.



texto: Pedro Figueiredo

Aveiro 1

segunda-feira, maio 08, 2006

poemas exprexxex 3

Eu queria
ficar aí comtigo
ninguem sabia
ter-te comigo
tive duvidas
exitei
até que me apaixonei
Detesto partidas
para mim
foste varinha de condão
por fim abriste-me o caração
Detesto despedidas
de quem gosto
nunca são perdidas
imagens do seu rosto
todas terão
em mim, posto
no meu coraçao.

sm'06

quinta-feira, abril 27, 2006

poemax exprexxex 2

É urgente o amor.
É urgente um barco no mar.

É urgente destruir certas palavras,
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos,
muitas espadas.

É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rio
se manhãs claras.

Cai o silêncio nos ombros e a luz
impura, até doer.
É urgente o amor, é urgente
permanecer.


Eugénio de Andrade

quarta-feira, abril 26, 2006

25 DE ABRIL SEMPRE! VIVA A LIBERDADE!!

25 de Abril é para mim o meu "Natal", foi o nas cimento de uma nova vida,
tudo foi diferente depois do 25 de Abril, foi uma fronteira no tempo do mundo português,
o antes e o depois de Abril de 74.

o 25 de Abril é isto, é coragem de mudar, é enfrentar, é lutar pelos outros e por
aquilo em que se acredita sem esperar nada de volta, viva abril.


Os meus herois.
Mario Soares, o politico! Salgueiro Maia, o libertador! Otelo, o revolucionario!

VIVA A LBERDADE!!! VIVA O 25 DE ABRIL!!!

quinta-feira, abril 20, 2006

que se foda...

Mais um dia quase passado, mais um dia fodido. Testes, saudades de casa, da família, da miúda. Dia de merda este, chuva, nublado, triste, aborrecido… espero que amanha seja melhor, não me parece… aula pratica ás 8 horas, até ao meio-dia, á pois é, 4 horinhas seguidas desta merda que é a química analítica.

Tirem-me daqui…

Resta-me pensar pelo lado positivo, amanha já é sexta-feira, já posso bazar… ir para onde me sinto bem, saltar para a água como um peixe faz quando está fora do seu habitat. Ando fodido com esta merda toda… melhores dias virão… diriam os optimistas, o pior já passou, vai melhorar…. Se não melhora? Que fazer? Lutar, talvez, e se acabarem as forças, a vontade,… lá se vai esta merda toda,… sim, não… que se fôda… vou mergulhar nas minhas águas, vou respirar, e logo se verá.

Talvez um dia… volte a morder o anzol, talvez ainda consiga…

A vida é fodida…

quinta-feira, abril 06, 2006

"Hasta la vitória, siempre!"

as formas de... um dia

Pois é... chega-se o fim de um mais um dia, são 23h 50min. Este começou especial era o dia em que podia haver (h)istoria, o Benfica ia pela primeira vez na minha vida, na que me recordo, fazer istoria na Europa, passei o dia a pensar tanto nisso que só me lembrei que estavam a jogar já lá iam 12 minutos. Caiu a noite foi-se perdendo a luz do dia, foi-se perdendo a luz do sonho. Sofreu-se bués, ganda desilusão, mas o nosso glorioso é sempre glorioso e como tal e passados alguns minutos e algumas conversas com a concorrência interna, logo se concluiu, foi uma glória, afinal onde ficaram os outros. Afinal só perdemos com o Barça 2-0. Afinal só foram 2, outras vezes houve que foram muitos mais. Desta vez saímos bem, saímos de cabeça levantada, demos tudo, os outros foram melhores.

Pois é… Vai um joginho de bilhar? Yap… sim, não, lets go. É preciso descontrair, sim descontrair, um gaijo não é de ferro, entre Betos e Simões, dos primeiros sempre desconfiei dos segundos nem por isso, mas também, um gaijo tem coração, esse órgão que serve para tudo o que é regular emoções e tem que ser osmoticamente relaxado. Pela primeira vez ganhei um pseudo-campeonato nesta terra húmida e de temperaturas amenas, é verdade… ganhei, salvou-se o dia. Afinal, o mais importante mesmo é derrotar quem me defronta, no bilhar. Pois disso depende a vida, o mundo, sim… a vida, o mundo de quem tem aquelas maravilhas, de varias cores, todas da mesma forma. Dessas formas, que perto do tal órgão, gosto eu, mas um pouco de tamanho maior…

segunda-feira, abril 03, 2006

Aveiro

Eu apoio Afonso Candal, para a federação de Aveiro. É o Homem certo para o lugar certo. É este o homem que o PS Aveiro precisa para levar Aveiro a remar na direcçao certa.




quinta-feira, março 30, 2006

poemax exprexxex


Solidão

É morte lenta

Que se aguenta

Como uma indigestão


Alegria

É fruto da placenta

Que se inventa

Com companhia


Ódio

É como menta

Que se lamenta

O seu ardório



Amor

É vida que aumenta

Que se movimenta

Como uma flor.



SM’06

terça-feira, março 21, 2006

Dia munidial da poesia, eis um poema.

Pescaria



Vai, toma cuidado

Chove pouco, tempo quente

Peixe é mais frequente

Mas continua nublado


De repente

Água por todo o lado

A custo agasalhado

Vento de poente


Salta atrapalhado

Pica lá na frente

Pula de contente

Com mais um amarelado


Cidadão acomodado

Começa descontente

De forma surpreendente

Vê-se desafiado


De repente

Aparece em todo lado

Primeiro calado

Depois veemente


Corre desenfreado

Pesca euros supostamente

Acaba contente

Mas mais revoltado


Ao começo, falsamente

Muito incentivado

Depois odiado

Ser irreverente


Mais um peixe contado

Cardume descontente

Mas fala cuidadosamente

Do próximo contemplado


Por fim, lentamente

Cai a noite, conta-se o pescado

Revela-se o felizardo

Festa e lágrimas, literalmente.

sm'05

quarta-feira, março 08, 2006

e esta em...

Portugal tem um problema agrícola:

Excesso de nabos,

Falta de tomates,

E muito grelo abandonado.

segunda-feira, março 06, 2006

E eu tive lá ontem.....

Muitos são os passeantes que diariamente percorrem o maciço da Serra de Freita

Arouca é um concelho de múltiplos encantos e muitos são os passeantes que diariamente percorrem o maciço da Serra da Freita. Aliás, este local, que demonstra grande riqueza da Natureza, contempla dois concelhos, os de Arouca e Vale de Cambra.
Na Serra de Freita, porventura, o local mais fotografado será o da Frecha da Mizarela, que encanta pela sua queda de água de cerca de 60 metros. Águas essas que irão, a partir daí, engrossar o caudal do rio Caima.
A Natureza foi pródiga para com a Serra da Freita e se as «pedras parideiras», raríssimas no Mundo, por aí foram germinando, encontrando-se sobretudo junto à aldeia de Castanheira (segundo os entendidos, levaram mais de 500 milhões de anos a transformar-se), também subsistem na Freita espécimes vegetais únicas, como as «Turfeiras», que recentemente foram objecto de protecção e têm nos movimentos ecologistas os seus maiores protectores.
Mas, que o homem desde há milhares de anos por aí andou e viveu é uma certeza que foi legadas pelos vestígios que aparecem no planalto da Freita.
Mamoa de Monte Calvo
Na Portela da Anta existe uma mamoa construída por um anel de blocos assente sobre a sua couraça lítica, apresentando uma planta subcircular, com um diâmetro que ronda os 12 metros. Numa depressão desta mamoa, está contida uma estrutura subrectangular, inicialmente tida como uma sepultura, mais tarde interpretada como uma cabana do período Neolítico. Foi descoberta em 1959 e tem sido alvo de diversos estudos arqueológicos.
Esta denominada Mamoa de Monte Calvo, datada do final da Idade do Bronze, ou seja, mais ou menos dois mil anos antes de Cristo, trata-se de uma estrutura funerária tipo cista (muito destruída), coberta por um «túmulus petreo» ou «cairn». O espólio recolhido de reduzidas dimensões e de fabrico manual aponta, em termos de cronologia, para o Bronze Final. Foi alvo de escavações em 1991, segundo informa o IPA - Instituto Português de Arqueologia.
Este monumento merece pois uma visita cuidada à Serra da Freita. Contudo, e tal como já referido, não só os monumentos megalíticos fazem a riqueza deste local privilegiado do concelho de Arouca. São muitos os motivos naturais com que esta região do distrito de Aveiro foi bafejada pela Natureza, o que a torna bastante interessante em termos turísticos.

Texto tirado de "O Primeiro de Janeiro"
Foto achada no "
Mala de Porão"

texto retirado integralmente de:http://aroucabiz.blogspot.com/

quarta-feira, março 01, 2006

"Discurso da desobediência"

encontrei isto num blog e identifiquei-me co este texto que passo a transcrever por inteiro:

" Discurso da desobediência

Elena Vasilieva

Prometo ser desobediente
E contestar todas as regras
Que não entenda, que não apreenda
Que não me expliquem
E que interfiram com a minha liberdade.
Prometo ser inconformada
Se ser conforme for assumir formas
Que não a minha
E conformada for aceitar
A imposição e aborrecimento duma rotina.
Prometo ser mal-educada
E mandar à merda quem me disser:
Sê conformada, tem paciência
A vida é isto, a vida é assim.
Prometo ser inconveniente
Se a conveniência não me servir
E conveniência for conivência
Aceitação, anulação e conformismo.
Ninguém nasce de trela e mordaça
Portanto, eu
Prometo ser eu!
Desobediente, inconveniente
Inconformada, mal-educada
E mandar à merda vida e regras
Quando e se me apetecer.

In "Encandescente", pág. 21, edição Polvo 2005

Foto:Elena Vasilieva "

do blog: http://eroticidades.blogspot.com/

VERGILIO FERREIRA 9 anos depois

Eis a minha homenagem a um grade pensador português.





"Deus inventou o sexo, nós inventámos o amor. Ele tinha razão".

"O corpo entende-se, a alma compreende-se."

"Ama o próximo como a ti mesmo. É um grande risco. Eu, por exemplo, detesto-me."



A 28 de Janeiro, sexta-feira, de 1916, em Melo, concelho de Gouveia, nasce Vergílio António Ferreira.
Morre em Lisboa, a 1 de Março de 1996 e é sepultado na sua terra natal.

Ainda hoje, passados 4 ou 5 anos me sinto influenciado pela "aparição", livro que estudei no meu 12º ano e que gostei muito de ler.












1916-1997


mais em:
http://vferreira.no.sapo.pt/main.html
http://www.instituto-camoes.pt/cvc/filosofia/1910j.html

quinta-feira, fevereiro 23, 2006

ZECA AFONSO : 19 anos depois




Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade


José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos (ZECA AFONSO) nasceu em Aveiro, a 2 de Agosto de 1929, filho dum magistrado e duma professora primária. A infância reparte-se entre Aveiro, Angola,
Moçambique,Belmonte e Coimbra.

Em 1958 José Afonso grava o seu primeiro disco "Baladas de Coimbra""Os Vampiros" que, juntamente com "Trova do Vento que Passa", escrita por Manuel Alegre e cantada por Adriano Correia de Oliveira, constituem um marco fundamental da canção de intervenção e de resistência antifascista.
enquanto acompanha o movimento em torno da candidatura presidencial de Humberto Delgado. Mais tarde grava

Em 1964 parte para Moçambique. Professor de liceu, desenvolve uma intensa actividade política contra o colonialismo, o que lhe traz problemas com a PIDE e com a administração colonial. Mais tarde regressa a Portugal onde é colocado como professor em Setúbal, mas posteriormente é expulso do ensino. Para sobreviver dá explicações e grava o seu primeiro LP, "Baladas e Canções".

Em 1967-70, Zeca protagoniza uma intervenção política e musical ímpar, convertendo-se num símbolo da resistência. Várias vezes detido pla PIDE, mantém contactos com a Luar, PCP e esquerda radical. Em 69 participa no 1o Encontro da "Chanson Portugaise de Combat" em Paris e empenha-se fortemente na eleição de deputados à Assembleia Nacional da CDE de Setúbal, gravando tambem o LP "Cantares do Andarilho", recebendo o prémio da Casa da Imprensa pelo melhor disco do ano, e o prémio da melhor interpretação. Alvo de sensura José Afonso passa a ser tratado nos jornais por Esoj Osnofa!

Com os arranjos de José Mário Branco, em 1971, edita "Cantigas do Maio", Neste álbum surge "Grândola Vila Morena" que se tornará um símbolo da revolução de Abril. Desde então Zeca participa em vários festivais. É publicado o livro "José Afonso", coordenado por Viale Moutinho. É lançado o LP "Eu vou ser como a toupeira". Em 1973 canta no III Congresso da Oposição Democrática e grava "Venham mais cinco".

Após a Revolução dos Cravos, participa em numerosos "cantos livres" e grava o LP "Coro dos Tribunais", onde conta com a colaboração de Fausto, Adriano Correia de Oliveira, Vitorino e José Niza, entre outros. Em 1975 canta em inúmeros espectáculos de dança e lança "Com as minhas tamanquinhas".

Em 1976 apoia Otelo Saraiva de Carvalho na candidatura à presidência da república. Em 1981 Actua no Theatre De La Ville de Paris, compõe a música de "Fernão Mendes" para a "Barraca" e grava "Enquanto há força" e "Fura fura".

Em 1985 José Afonso já se encontra doente. O Coliseu de Lisboa é o palco do seu último espectáculo. As homenagens multiplicam-se e é condecorado com a Ordem da Liberdade. Já muito enfermo, em 1985, apoia a candidaduta de Lourdes Pintassilgo à presidência da república. É editado o seu último disco, Galinhas do Mato.

A 23 de Fevereiro de 1987 morre no Hospital de Setúbal

terça-feira, fevereiro 21, 2006

João Matias faleceu vítima de doença prolongada

Centenas de pessoas no funeral do ex-presidente da Câmara de Castro Daire

Centenas de pessoas disseram ontem o "último adeus" ao ex-presidente da autarquia castrense e actual presidente da assembleia municipal.



ver mais: diario de viseu

quarta-feira, fevereiro 08, 2006

ALDEIDAS de PORTUGAL - Regoufe

Regoufe


Esta é uma bela aldeia situada na serra da Arada (serra da Gralheira). Pertencente á freguesia de Covelo de Paivó, concelho de Arouca. É um das poucas que ainda resiste á desertificação a que se assiste no interior. A população vive essencialmente da agricultura e da pecuária de subsistência e de outros rendimentos esporádicos provenientes da cortiça e floresta. Encontrando quem visita esta aldeia, todos os terrenos cultivados e um grande “rebanho” de cabras administrado colectivamente pelas gentes desta terra.

Quem vive, visita, trabalha ou alguma vez teve contacto com as gentes desta aldeia, nunca esquece a simpatia, simplicidade, e muito mais adjectivos seriam necessários para qualificar estas pessoas. No entanto, podem-se descrever de forma simples: são as melhores pessoas de uma terra que alguma vez encontrei.

Casa do Sr. Portela. Esposa do Portalela á conversa com as vizinhas.


Do subsolo deste lugar e das montanhas que o envolvem foram extraídas e exportadas toneladas de volfrâmio. Sobretudo para as forças aliadas e que serviram para o fabrico de material bélico, utilizado, em grande parte, durante a II Guerra Mundial, período durante o qual as minas foram concessionadas a empresários Ingleses que faziam a sua exploração.
Trabalharam aqui cerca de 1000 pessoas, oriundas de Valongo, Viseu, etc.








Minas de Regoufe












localização:



localização de regoufe

Festas e Romarias:

Sto Amaro - 15 de Janeiro
Sta Luzia - Agosto

Colectividades:

Grupo de caça e pesca de Regoufe




texto: Pedro Figueiredo
imagens: importadas da net


sexta-feira, janeiro 20, 2006

É VELHO, É VELHO.... MAS SÁBIA TODA! (e não escolheu nada mal)

SOARES É FIXE!
(mas as acompanhantes .... muito melhores)


No dia 16, em Viseu no final do discurso, enquanto se cantava o hino nacional


VOTA SOARES,



Eu voto Soares,
porque a melhor forma de agradecer o que fez por nós é voltar confiar nele.




PORQUE SABE OUVIR! PORQUE SABE UNIR OS PORTUGUESES! PORQUE PODEMOS COMFIAR NELE.



segunda-feira, dezembro 12, 2005

quarta-feira, novembro 23, 2005

caras e liçoes 1




Essa tristeza que me faz revoltar!
Toda esta excelente fotografia,
Toda ela me parece magia.
Que me faz medo e vontade de olhar.
E como bela, me faz encantar.
Que a alguém tu pareces Maria
Ver o que muita gente gostaria,
Ver a paz no mundo a reinar,
Ver-te a sorrir e cantar!
Seria ver ao fundo,
Uma luz para a paz no mundo
Seria encantar-me a multiplicar!
Será que consegui?
Infinito do teu olhar,
Ver o que estás a pensar.
Por fim alguém se apaixona por ti,
Se teus olhos olhassem os meus.
Será que tu me ias amar?
Porque não consigo parar?
De olhar o verde dos teus.

SM'04

terça-feira, novembro 15, 2005

Todos os padres deviam ver!










O QUE ACHARIA DESTE FILME O NOSSO EÇA?

E SE ESTE FILME FOSSE ACESSÍVEL A TODOS OS PORTUGUESES?

TODOS OS PADRES DEVIAM VER! QUANTOS SE REVIAM NO AMARO? POUCOS..., E NO PADRE MESTRE? MUITOS ESTARIAM PERANTE UM ESPELHO.....

TALVEZ DEPOIS MUDASSE A IDEIA QUE MUITOS DE NÓS TEMOS DA IGREJA.

TALVEZ DEPOIS A IGREJA PROGREDISSE UM POUCO!

TALVEZ….

quinta-feira, novembro 10, 2005

PARABENS CAMARADA!

Se fosse vivo, Álvaro Cunhal faria hoje, 10 de Novembro, 92 anos. Pelo que fez por o país, pelos trabalhadores merece os parabéns de todos.

É um dos “pais” da liberdade. Um dos maiores conquistadores portugueses.


Amor é fogo que arde sem se ver


Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;

É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;

É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.

Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?


Luís de Camões

Para ser grande, sê inteiro


Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive

Ricardo Reis

Liberdade


Ai que prazer
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não o fazer!
Ler é maçada,
Estudar é nada.
O sol doira
Sem literatura.

O rio corre, bem ou mal,
Sem edição original.
E a brisa, essa,
De tão naturalmente matinal,
Como tem tempo não tem pressa...

Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.

Quanto é melhor, quando há bruma,
Esperar por D. Sebastião,
Quer venha ou não!

Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol, que peca
Só quando, em vez de criar, seca.

O mais do que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca...



Fernando Pessoa

imagens espetaculares 3

serra de s.macario (descida para cova dos montes)

terça-feira, novembro 01, 2005


Liberdade

Viver com igualdade

Com responsabilidade

Era paraíso

Mas, não não,

Somos terrenos

Humanos cobardes

Só e só se

Um em tantos

Seja todos em um.

SM’02

A vida...

Dá sentido á morte

Coisa dorida

Confusa e sem norte.

É amor, é dor

É vida sem fervor.

SM’02

Poesia castrense (dos poetas de Castro Daire)


Ver-te bordar a zona erógena

E sentir-te perto e deserto

Areias penteias nesta insónia

De tanto te querer e não te ter



Tens esse brilho que me aquece

Sou a areia e tu o grande mar

Tu és esse brilho que me tece

Pequeno sou para te amar



Ninguém me tira esta certeza

Sentir e viver este dom

Sonho vida é a minha riqueza



Tu és a mais doce das melodias

A palavra, a carícia e o som

Tu és a mulher noite dos meus dias.

«SEVIVAS, João»