quinta-feira, janeiro 31, 2013
quarta-feira, janeiro 30, 2013
Muita parra e pouca uva!
in: Revista municipal
1º- Não existe rua da Capela
2º- Não houve qualquer alargamento
3º- No cimo da povoação apenas foi calcetado o largo (sem alargamento), e a rua já foi calcetada à décadas, necessitando de alargamento
4º -As ambulancias não chegam a este largo nem ás pessoas que ai vivem...
5º- A pequena rua (na 3ª imagem) calcetada não permite ser usada por nenhuma viatura pois faltou a coragem para a alargar
1º- Não existe rua da Capela
2º- Não houve qualquer alargamento
3º- No cimo da povoação apenas foi calcetado o largo (sem alargamento), e a rua já foi calcetada à décadas, necessitando de alargamento
4º -As ambulancias não chegam a este largo nem ás pessoas que ai vivem...
5º- A pequena rua (na 3ª imagem) calcetada não permite ser usada por nenhuma viatura pois faltou a coragem para a alargar
terça-feira, janeiro 29, 2013
segunda-feira, janeiro 28, 2013
domingo, janeiro 27, 2013
quinta-feira, janeiro 24, 2013
Há quem diga por ai! 371
"Junta aos bons e serás melhor que eles, junta-te aos maus e serás pior que eles!"
terça-feira, janeiro 22, 2013
segunda-feira, janeiro 21, 2013
Voluntariado SOS Rio Paiva
A Associação SOS Rio Paiva abrange 9 municípios do vale do Paiva, um rio com mais de 100 km de extensão por entre montanhas e vales.Torna-se difícil cobrir esta vasta àrea por isso esta ferramenta tem sido tão importante!
Se vives na vasta região da bacia hidrográfica do Paiva, ou noutra região do país, e pretendes acompanhar este trabalho e se possível colaborar nas iniciativas, basta preencher esta ficha. Obrigado!
domingo, janeiro 20, 2013
sexta-feira, janeiro 18, 2013
quinta-feira, janeiro 17, 2013
terça-feira, janeiro 15, 2013
Há quem diga por ai! 366
Quando surgir uma situação de emergência em Castro Daire, seja incêndio, inundação, derrocada, ou outra, durante a noite, e o socorro ás vitimas seja posto em causa por falta de iluminação pública quem vai assumir a responsabilidade da sua falta?
segunda-feira, janeiro 14, 2013
Tabaco vendido sem controlo em bares próximos de escolas
Publicado às 11.56
SANDRA FERREIRA
| foto RUI OLIVEIRA/GLOBAL IMAGENS |
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Cinco bares situados nas proximidades de estabelecimentos de ensino de Viseu, Castro Daire, S. Pedro do Sul, Oliveira de Frades e Vouzela , foram alvos de processos de contra ordenação por parte da GNR, por venderem tabaco sem qualquer controlo.
"As máquinas não estavam equipadas com o obrigatório dispositivo eletrónico, o que é grave, tendo em conta que os estabelecimentos são muito frequentados por estudantes e qualquer um pode comprar tabaco, independentemente da idade ", explicou ao JN explicou o tenente Luis Ribeiro, comandante do destacamento da GNR de Viseu.
A infração é punida com coimas que vão desde os 2500 aos 10 mil euros.
Durante a operação de fiscalização, que decorreu entre as 14 e as 18 horas da passada sexta-feira, foram fiscalizados oito bares. Nalguns deles existiam máquinas de jogo em situação irregular, cujas coimas variam entre os 1500 e 2500 euros.
A operação envolvou 30 militares e um binómio para detetar estupefacientes. Nos bares não foi encontrada droga, mas os cães assinalaram que "alguns dos clientes já teriam estado em contacto com droga", explicou o oficial da GNR.
Em simultâneo foi realizada uma operação stop nas proximidades dos bares, durante a qual foram fiscalizado 96 condutores e levantado 18 auto de contraordenação por falta de cinto, uso de telemóveis durante a condução , falta de seguro e inspeção.
domingo, janeiro 13, 2013
sábado, janeiro 12, 2013
quinta-feira, janeiro 10, 2013
terça-feira, janeiro 08, 2013
sexta-feira, janeiro 04, 2013
Mexilhão-de-rio presente em abundancia no rio Paiva
Nos rios portugueses Cávado, Neiva e Paiva, entre outros da bacia do Douro, existem escassos espécimes.
M. margaritifera tem uma particularidade muito interessante: dependem directamente de certos peixes para sua sobrevivência, uma vez que as formas larvares (gloquídios) parasitam salmonídios, principalmente Salmo salar e Salmo trutta fario. Fixam-se às guelras destes, onde sofres várias metamorfoses, até que se soltam do peixe e continuam a sua vida no local onde caem. Esta fase parasita é, sem dúvida, importante para o desenvolvimento nessa fase precoce e para a disseminação da espécie. Assim uma regressão de Salmonídios, numa área de coexistência, produz um risco na sobrevivência de M. margaritifera. Outro facto interessante é a sua grande longevidade, cujos indivíduos podem atingir 140 anos ou mais.
Além desta espécie de bivalves, existem nestes rios uma outra: o mexilhão-de-rio pequeno (Unio Crassus), a qual é também abundante noutras regiões do país.
Requisitos ecológicos:
Habitat: Os bivalves de água doce têm, na sua maioria, tolerância muito reduzida à salinidade. Habitam toda uma variedade de habitats de água doce, desde lagos e charcas até rios e valas, enterrando-se total ou parcialmente no substrato arenoso ou de cascalho. O tipo de substrato do leito do rio é extremamente importante, em particular para os jovens, que vivem enterrados e necessitam de oxigénio, determinando as áreas de ocorrência onde a espécie pode sobreviver. M. margaritifera prefere ambientes lóticos, nunca tendo sido encontrada em regime lêntico. Ocorre geralmente a temperaturas inferiores a 20ºC e em águas com pH próximo de 7 e evita águas com baixo grau de oxigénio. É extremamente intolerante a qualquer tipo de poluição.
Alimentação: Todos os bivalves de água doce se alimentam filtrando a água por um sistema de cílios, sendo a sua dieta constituída por detritos e plancton. Em condições ótimas, os bivalves atingem densidades elevadas e são então eles próprios determinantes da qualidade de água, devido ao volume que filtram, sendo um indicador da boa qualidade da água.
Reprodução: Atingem a maturidade sexual entre os 7-20 anos. Espécie dióica, mas existem vários relatos de hermafroditismo, em situações em que a densidade populacional caia baixo de um valor crítico. A gravidez dura 2-3 meses, desde Junho, e a fase larvar inicia-se em Agosto, tendo uma duração que vai de várias semanas até 10 meses, dependendo da temperatura.
Principais ameaças:
> Descargas de efluentes, dado ser uma espécie muito sensível a alterações das propriedades da água;
> a construção de barragens e açudes provoca a conversão de um sistema lótico em lêntico, absolutamente inadequado à sobrevivência de M. margaritifera. A eutrofização e alteração dos parâmetros físico-químicos da água (nomeadamente aumento de temperatura da água, diminuição do oxigénio dissolvido e alteração de pH) que se verificam na grande maioria de albufeiras, tornam estas áreas impróprias como habitat desta espécie, que nunca foi encontrada em regime lêntico. Provocam também fragmentação do habitat, separando uma população em pequenos fragmentos que muitas vezes não subsistem isolados. As barragens e açudes restringem frequentemente a maioria das trutas a montante das mesmas, levando à extinção de M. margaritifera a jusante;
> a regularização de sistemas hídricos - nomeadamente através da transformação dos cursos de água em valas artificiais com a uniformização do substrato, no intuito de melhorar o escoamento hídrico –leva à modificação drástica do leito do rio, à destruição total da mata ripícola e da vegetação aquática e à reestruturação artificial das margens, provocando a homogeneização do habitat, eliminando a alternância das zonas de remanso e de rápidos, essenciais para a sobrevivência dos bivalves e para o refúgio, reprodução e alimentação dos peixes hospedeiros das suas larvas;
> o desaparecimento dos hospedeiros das larvas de M. margaritifera, os membros da família Salmonidae, nomeadamente Salmo salar e Salmo trutta fario. As alterações do habitat dos hospedeiros funcionam como ameaça também para M. margaritifera. De referir que, em muitos países europeus, esta é a principal ameaça à espécie, pelo que tudo o que afete os salmonídeos afeta diretamente estes bivalves;
> quando da extração de materiais inertes, os bivalves, que se enterram na areia, são removidos, podendo ser destruída toda uma população. Pelas alterações da morfologia do leito do rio e destruição da vegetação ripícola que esta atividade implica, são igualmente afetados os peixes hospedeiros, no que respeita ao abrigo, alimentação e desova, sendo particularmente grave se efetuada nas zonas e épocas de desova da espécie. Durante os trabalhos de extração há ainda um elevado aumento da turbidez da água num troço considerável a jusante, o que pode causar mortalidades importantes, por provocar a asfixia dos peixes (devido à deposição de partículas nas guelras) e a colmatação das suas posturas. O aumento da turbidez é também responsável pela deposição de sedimentos finos que colmatam o substrato, impedindo o desenvolvimento dos bivalves juvenis;
> a introdução de espécies exóticas de peixes restringem o número de espécies autóctones, hospedeiros das larvas de M. margaritifera. As espécies exóticas de lagostim alimentam-se dos estádios juvenis e adultos jovens desta espécie, e as espécies exóticas de bivalves competem diretamente com M. margaritifera.
Presença no rio Paiva
> Descargas de efluentes, dado ser uma espécie muito sensível a alterações das propriedades da água;
> a construção de barragens e açudes provoca a conversão de um sistema lótico em lêntico, absolutamente inadequado à sobrevivência de M. margaritifera. A eutrofização e alteração dos parâmetros físico-químicos da água (nomeadamente aumento de temperatura da água, diminuição do oxigénio dissolvido e alteração de pH) que se verificam na grande maioria de albufeiras, tornam estas áreas impróprias como habitat desta espécie, que nunca foi encontrada em regime lêntico. Provocam também fragmentação do habitat, separando uma população em pequenos fragmentos que muitas vezes não subsistem isolados. As barragens e açudes restringem frequentemente a maioria das trutas a montante das mesmas, levando à extinção de M. margaritifera a jusante;
> a regularização de sistemas hídricos - nomeadamente através da transformação dos cursos de água em valas artificiais com a uniformização do substrato, no intuito de melhorar o escoamento hídrico –leva à modificação drástica do leito do rio, à destruição total da mata ripícola e da vegetação aquática e à reestruturação artificial das margens, provocando a homogeneização do habitat, eliminando a alternância das zonas de remanso e de rápidos, essenciais para a sobrevivência dos bivalves e para o refúgio, reprodução e alimentação dos peixes hospedeiros das suas larvas;
> o desaparecimento dos hospedeiros das larvas de M. margaritifera, os membros da família Salmonidae, nomeadamente Salmo salar e Salmo trutta fario. As alterações do habitat dos hospedeiros funcionam como ameaça também para M. margaritifera. De referir que, em muitos países europeus, esta é a principal ameaça à espécie, pelo que tudo o que afete os salmonídeos afeta diretamente estes bivalves;
> quando da extração de materiais inertes, os bivalves, que se enterram na areia, são removidos, podendo ser destruída toda uma população. Pelas alterações da morfologia do leito do rio e destruição da vegetação ripícola que esta atividade implica, são igualmente afetados os peixes hospedeiros, no que respeita ao abrigo, alimentação e desova, sendo particularmente grave se efetuada nas zonas e épocas de desova da espécie. Durante os trabalhos de extração há ainda um elevado aumento da turbidez da água num troço considerável a jusante, o que pode causar mortalidades importantes, por provocar a asfixia dos peixes (devido à deposição de partículas nas guelras) e a colmatação das suas posturas. O aumento da turbidez é também responsável pela deposição de sedimentos finos que colmatam o substrato, impedindo o desenvolvimento dos bivalves juvenis;
> a introdução de espécies exóticas de peixes restringem o número de espécies autóctones, hospedeiros das larvas de M. margaritifera. As espécies exóticas de lagostim alimentam-se dos estádios juvenis e adultos jovens desta espécie, e as espécies exóticas de bivalves competem diretamente com M. margaritifera.
Presença no rio Paiva
Recentemente têm sido detetadas grandes populações desta espécie nalguns troços do Paiva, sendo mesmo abundante no troço do rio a jusante da freguesia de Ester e a montante da confluência dos rios Paiva e Paivó.
Qualquer visita nas margens proporcionará o encontro com inúmeros exemplares trazidos para terra pelas últimas cheias.
Deixo algumas imagens que o provam.







Pedro Figueiredo
Qualquer visita nas margens proporcionará o encontro com inúmeros exemplares trazidos para terra pelas últimas cheias.
Deixo algumas imagens que o provam.
Pedro Figueiredo
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