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domingo, abril 27, 2014

Cagaram na nossa Paiva!

Hoje, 27-4-14, voltaram  "cagar" para o rio Paiva. É certo que não tem sido habitual nos últimos tempos.
Mas hoje voltaram a ocorrer os erros do passado, choveu ligeiramente ontem, e hoje de manhã, na zona de Cabril, durante duas ou três horas o rio teve a cor verde característica de descargas, e de tarde voltou à sua cor natural de águas límpidas e cristalinas.
Sabendo eu que decorreu nestes dias o PAIVAFEST, um acontecimento ímpar de promoção do Paiva e de toda uma região, muitas vezes esquecida, e que arrastou milhares de pessoas adeptas da natureza e do desporto, questiono-me sobre o que terão ficado a pensar do nosso rio.

Onde estão as autoridades responsáveis por fiscalizar estes verdadeiros atentados?

Para que serve realizarem-se acontecimentos como o Paivafest, construírem-se praias fluviais (300 mil euros) ou promoverem-se projectos de reposição de exemplares de mexilhão de rio etc, etc ... para depois deixarem acontecer descargas destas?

Para que serve uma praia fluvial se o rio estiver poluído?

Para que serve um rio excepcional para a prática de desportos de aventura se estiver poluído?


Para que serve uma câmara municipal responsável por poluir o rio?


 
 
 
 
 
 

sexta-feira, janeiro 04, 2013

Mexilhão-de-rio presente em abundancia no rio Paiva


 O mexilhão-de-rio, Margaritifera margaritifera, é um habitante quase desconhecido de Portugal, que foi dado como extinto em Portugal em 1986, e que atualmente apresenta populações estáveis em alguns rios portugueses. 

Nos rios portugueses Cávado, Neiva e Paiva, entre outros da bacia do Douro, existem escassos espécimes.
M. margaritifera tem uma particularidade muito interessante: dependem directamente de certos peixes para sua sobrevivência, uma vez que as formas larvares (gloquídios) parasitam salmonídios, principalmente Salmo salar e Salmo trutta fario. Fixam-se às guelras destes, onde sofres várias metamorfoses, até que se soltam do peixe e continuam a sua vida no local onde caem. Esta fase parasita é, sem dúvida, importante para o desenvolvimento nessa fase precoce e para a disseminação da espécie. Assim uma regressão de Salmonídios, numa área de coexistência, produz um risco na sobrevivência de M. margaritifera. Outro facto interessante é a sua grande longevidade, cujos indivíduos podem atingir 140 anos ou mais.




Além desta espécie de bivalves, existem nestes rios uma outra: o mexilhão-de-rio pequeno (Unio Crassus), a qual é também abundante noutras regiões do país. 



Requisitos ecológicos: 

Habitat: Os bivalves de água doce têm, na sua maioria, tolerância muito reduzida à salinidade. Habitam toda uma variedade de habitats de água doce, desde lagos e charcas até rios e valas, enterrando-se total ou parcialmente no substrato arenoso ou de cascalho. O tipo de substrato do leito do rio é extremamente importante, em particular para os jovens, que vivem enterrados e necessitam de oxigénio, determinando as áreas de ocorrência onde a espécie pode sobreviver. M. margaritifera prefere ambientes lóticos, nunca tendo sido encontrada em regime lêntico. Ocorre geralmente a temperaturas inferiores a 20ºC e em águas com pH próximo de 7 e evita águas com baixo grau de oxigénio. É extremamente intolerante a qualquer tipo de poluição.


Alimentação: Todos os bivalves de água doce se alimentam filtrando a água por um sistema de cílios, sendo a sua dieta constituída por detritos e plancton. Em condições ótimas, os bivalves atingem densidades elevadas e são então eles próprios determinantes da qualidade de água, devido ao volume que filtram, sendo um indicador da boa qualidade da água.


Reprodução: Atingem a maturidade sexual entre os 7-20 anos. Espécie dióica, mas existem vários relatos de hermafroditismo, em situações em que a densidade populacional caia baixo de um valor crítico. A gravidez dura 2-3 meses, desde Junho, e a fase larvar inicia-se em Agosto, tendo uma duração que vai de várias semanas até 10 meses, dependendo da temperatura.


Principais ameaças: 

> Descargas de efluentes, dado ser uma espécie muito sensível a alterações das propriedades da água;

> a construção de barragens e açudes provoca a conversão de um sistema lótico em lêntico, absolutamente inadequado à sobrevivência de M. margaritifera. A eutrofização e alteração dos parâmetros físico-químicos da água (nomeadamente aumento de temperatura da água, diminuição do oxigénio dissolvido e alteração de pH) que se verificam na grande maioria de albufeiras, tornam estas áreas impróprias como habitat desta espécie, que nunca foi encontrada em regime lêntico. Provocam também fragmentação do habitat, separando uma população em pequenos fragmentos que muitas vezes não subsistem isolados. As barragens e açudes restringem frequentemente a maioria das trutas a montante das mesmas, levando à extinção de M. margaritifera a jusante;

> a regularização de sistemas hídricos - nomeadamente através da transformação dos cursos de água em valas artificiais com a uniformização do substrato, no intuito de melhorar o escoamento hídrico –leva à modificação drástica do leito do rio, à destruição total da mata ripícola e da vegetação aquática e à reestruturação artificial das margens, provocando a homogeneização do habitat, eliminando a alternância das zonas de remanso e de rápidos, essenciais para a sobrevivência dos bivalves e para o refúgio, reprodução e alimentação dos peixes hospedeiros das suas larvas;

> o desaparecimento dos hospedeiros das larvas de M. margaritifera, os membros da família Salmonidae, nomeadamente Salmo salar e Salmo trutta fario. As alterações do habitat dos hospedeiros funcionam como ameaça também para M. margaritifera. De referir que, em muitos países europeus, esta é a principal ameaça à espécie, pelo que tudo o que afete os salmonídeos afeta diretamente estes bivalves;

> quando da extração de materiais inertes, os bivalves, que se enterram na areia, são removidos, podendo ser destruída toda uma população. Pelas alterações da morfologia do leito do rio e destruição da vegetação ripícola que esta atividade implica, são igualmente afetados os peixes hospedeiros, no que respeita ao abrigo, alimentação e desova, sendo particularmente grave se efetuada nas zonas e épocas de desova da espécie. Durante os trabalhos de extração há ainda um elevado aumento da turbidez da água num troço considerável a jusante, o que pode causar mortalidades importantes, por provocar a asfixia dos peixes (devido à deposição de partículas nas guelras) e a colmatação das suas posturas. O aumento da turbidez é também responsável pela deposição de sedimentos finos que colmatam o substrato, impedindo o desenvolvimento dos bivalves juvenis;

> a introdução de espécies exóticas de peixes restringem o número de espécies autóctones, hospedeiros das larvas de M. margaritifera. As espécies exóticas de lagostim alimentam-se dos estádios juvenis e adultos jovens desta espécie, e as espécies exóticas de bivalves competem diretamente com M. margaritifera.


Presença no rio Paiva


Recentemente têm sido detetadas grandes populações desta espécie nalguns troços do Paiva, sendo mesmo abundante no troço do rio a jusante da freguesia de Ester e a montante da confluência dos rios Paiva e Paivó. 

Qualquer visita nas margens proporcionará o encontro com inúmeros exemplares trazidos para terra pelas últimas cheias.

Deixo algumas imagens que o provam.


















Pedro Figueiredo

ICNB embargou obra contestada pela SOS Rio Paiva


quarta-feira, janeiro 02, 2013

Câmara de V. N. de Paiva alvo de processo de contra ordenação




Obras no Rio Paiva - Vila Nova de Paiva

O Destacamento Territorial de Moimenta da Beira da GNR emitiu um auto de contra ordenação à Câmara Municipal de Vila Nova de Paiva devido às obras nas margens do Rio Paiva em zona classificada pela Rede Natura 2000.

A Câmara Municipal de Vila Nova de Paiva anunciou publicamente o investimento de 1,25 milhões de euros na criação de um parque urbano e uma praia fluvial nas margens do Rio Paiva, em 55.000 m2 da Rede Natura 2000.


O autarca de Vila Nova de Paiva chegou a referir à agência Lusa que o projecto incluía intervenções nas duas margens do rio, com a criação de uma praia fluvial, piscina infantil, pista de canoagem, ancoradouros, etc...


A Associação SOS Rio Paiva estranhou a realização deste enorme investimento num troço do rio onde não existem condições para a prática balnear nem de canoagem.


Além disso há a salientar que existe uma praia fluvial a jusante do local (Fráguas) que se encontra imprópria para banhos e outra a montante (Segões) que está infelizmente na mesma situação devido à poluição das águas do rio.


Nesse sentido solicitamos esclarecimentos às entidades competentes, tendo em conta o avanço das obras nas margens do rio.

O Director da Agência Portuguesa do Ambiente informou a nossa associação de que a Câmara de Vila Nova de Paiva foi informada da ausência de enquadramento legal para a criação da praia fluvial.

Fomos ainda informados que "pela ARH-N não foi emitida qualquer licença ou autorização que legitime as obras em causa" apesar da destruição que já foi efectuada nas margens do rio.

A associação SOS Rio Paiva lamenta mais este episódio que revela uma total falta de sensibilidade e vontade em preservar o valioso património ecológico que é o Rio Paiva.
A despoluição e defesa da qualidade da água do rio deveria, no nosso entender, ser a principal prioridade das autarquias, em vez do investimento em obras de artificialização de um curso de água que é reconhecido precisamente pelo seu carácter 'selvagem' e ainda bem preservado.

A SOS Rio Paiva congratula-se pela intervenção das autoridades neste caso, esperando que seja respeitada a legalidade e acima de tudo o Rio Paiva, a sua fauna e flora.


Obras no Rio Paiva - Vila Nova de Paiva



Obras no Rio Paiva - Vila Nova de Paiva

domingo, fevereiro 26, 2012

Vale do Paiva perde população residente

««Nos últimos dez anos os nove municípios do vale do rio Paiva perderam 11.436 habitantes que correspondem a mais de 8% da população.

O decréscimo populacional atingiu todos os nove municípios ribeirinhos com particular incidência em Vila Nova de Paiva (-15,7% da população) e São Pedro do Sul (-11,7%).

Os números fornecidos pelo Instituto Nacional de Estatística indicam ainda que o decréscimo populacional afecta também as localidades mais próximas do rio Paiva onde apenas duas freguesias registaram um ligeiro aumento da população: Bairros (C. de Paiva) e Castro Daire. Todas as outras contabilizadas (24 freguesias) perderam população residente entre 2001 e 2011.

Algumas freguesias perderam numa década mais de 30% da população. São os casos de Ariz (Moimenta da Beira) com menos 34,7% de residentes e Ester (C. Daire) -31,2%. As freguesias de Janarde (Arouca), Gafanhão (C. Daire), S. Martinho das Moitas (S. Pedro do Sul) e Fráguas (V. Nova de Paiva) registaram um decréscimo de mais de 25% da população residente nestes últimos dez anos.

A Associação SOS Rio Paiva decidiu contabilizar estes números para demonstrar que é urgente inverter esta tendência e encontrar formas de fixar as populações no interior.

Os constantes cortes efectuados pela tutela no acesso a serviços públicos tão básicos como a Saúde, Justiça e Educação contribuem para a degradação das condições e qualidade de vida das populações desta região. É urgente que o acesso condigno a esses serviços seja garantido nestes municípios o quanto antes a fim de evitar a sua crescente desertificação.

Em simultâneo é necessário encontrar soluções que permitam uma gestão autónoma e eficaz das regiões mais afastadas dos órgãos de decisão por forma a que possam crescer de forma sustentável tirando partido das potencialidades locais.

Apesar de tudo, o interior está vivo e recomenda-se!»»



in:http://www.riopaiva.org/2012/02/vale-do-paiva-perde-populacao-residente.html

quinta-feira, abril 28, 2011

Desenvolvimento insustentável

""As Câmaras municipais de Castro Daire, Vila Nova de Paiva e Arouca abriram em finais de 2010 concursos públicos para a construção de infra-estruturas nas margens do Paiva:
1. A Câmara de Castro Daire pretende investir cerca de 300.000 euros na construção de infra-estruturas de apoio à prática de desportos de aventura, obras que implicam demolições, movimentação de terras construções em betão armado e edifícios de bar e balneários na praia natural de Lodeiro, Freguesia de Cabril (Figura 1). (Diário da República de 31 de Dezembro de 2010, Anúncio de procedimento nº 5991/2010)

Figura 1: Praia natural de Lodeiro - Rio Paiva (2011)

2. Por sua vez, a Câmara de Vila Nova de Paiva pretende investir 1 milhão 350 mil euros na construção do Parque Urbano e Praia Fluvial de Vila Nova de Paiva. (Diário da República de 19 de Novembro de 2010, Anúncio de concurso urgente nº 546/2010)
3. A Câmara de Arouca vai investir 2,4 milhões de euros na construção de um restaurante 'pendurado' sobre o Paiva na Ponte de Alvarenga (Figura 2) e diversos passadiços e pontes ao longo de 7kms das escarpas da garganta do Paiva entre a ponte e a Espiunca, num dos troços mais bem conservados e selvagens do rio.

Figura 2: Ponte de Alvarenga / 'Garganta do Paiva'

No total são mais de 4 Milhões de euros na construção de infra-estruturas de turismo e lazer num rio que nos últimos anos tem estado impróprio para banhos devido à frequente má qualidade das suas aguas sem que se invista um cêntimo na eliminação destes focos de poluição. O mais grave e que existem cada vez mais indícios de que são as próprias Câmaras Municipais as responsáveis pelas descargas poluentes devido ao mau funcionamento das ETAR que drenam para o Rio Paiva e para os seus afluentes, uma situação extremamente grave que coloca não só em risco o habitat de várias espécies protegidas de plantas e animais, mas também a saúde pública de milhares de pessoas por ser o Rio Paiva fonte de abastecimento de água a vários concelhos da região.
A juntar a tudo isto torna-se evidente que este conjunto de obras vão aumentar substancialmente o grau de artificialização de um rio que se tornou único e belo precisamente pelas suas paisagens naturais e bem conservadas.
A Associação SOS Rio Paiva repudia a execução destes investimentos continuando a defender como PRIORIDADE URGENTE a identificação e eliminação dos focos de poluição, para o que este dinheiro seria certamente muito útil.""

in:http://sosriopaiva.blogspot.com/2011/04/4-milhoes-na-construcao-de-infra.html

quinta-feira, janeiro 14, 2010

Paiva: um dos rios menos poluídos da Europa ou alvo de descargas ilegais?

Rios 13/01/2010

Paiva: um dos rios menos poluídos da Europa ou alvo de descargas ilegais?

Vítor Ferreira

No seguimento do alerta lançado pela Quercus, o Planetazul quis conhecer de perto aquele que ainda há poucos anos foi considerado um dos rios menos poluídos da Europa, o Rio Paiva. Apesar de classificado como Sítio de Importância Comunitária, este habitat natural de espécies raras pode estar em risco, denuncia o movimento “SOS Rio Paiva”, que chamou recentemente a atenção para a ocorrência de descargas ilegais por algumas das autarquias que o acolhem. Os executivos camarários negam a acusação e sublinham a importância daquele recurso aquífero como “ponto de referência turístico”.

Em Julho de 2000, o Rio Paiva foi integrado na Rede Natura 2000 pela importância que, citando o texto da Comissão Europeia que justifica esta atribuição, “representa na conservação da fauna aquática e ribeirinha”. Mas apesar da classificação, o rio tem sido notícia pelas piores razões: várias autarquias foram acusadas de efectuar descargas poluentes, a última das quais no Verão de 2009. Segundo as denúncias, levadas a cabo pelo movimento “SOS Rio Paiva”, as principais fontes de poluição são da responsabilidade das Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Arouca, Castro D’Aire e de Vila Nova de Paiva, que acusam de não estar a funcionar devidamente.

A denúncia é, no entanto, desmentida pelo arquitecto da Câmara Municipal de Vila Nova de Paiva, Paulo Lopes, que garantiu ao Planetazul o correcto funcionamento da ETAR. “Isso são histórias que foram parar à comunicação social”, afirma, acrescentando que a preservação do Rio Paiva e a manutenção da classificação de Sítio de Importância Comunitária sempre foi um dos objectivos da autarquia.

Questionado sobre a interdição de uso da praia fluvial de Fráguas este Verão, pelo director regional de saúde, o técnico diz desconhecer os motivos para os maus resultados das análises recolhidas, adiantando, porém, a hipótese de as chuvas acentuadas terem prejudicado o rio, uma vez que “as margens têm muito lixo”.

Actividade humana na origem da poluição

Contudo, para Sérgio Caetano do movimento “SOS Rio Paiva”, a interdição de uso das praias fluviais está directamente relacionada com a poluição decorrente da actividade humana. De acordo com um estudo efectuado pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, “a contaminação microbiológica, para além de ter eventualmente origem nas instalações agro-pecuárias, é provavelmente devida também à actividade humana, uma vez que foi observada em zonas de lazer, nomeadamente praias fluviais e outras zonas de prática balnear, assim como zonas de descarga de efluentes domésticos”, cita.

O activista adianta ainda que o próprio testemunhou, “no dia 19 de Julho de 2009 ao fim da tarde, em pleno Verão”, que o rio “estava coberto de esgotos a correr a céu aberto junto da ETAR de Vila Nova de Paiva e nessa semana não tinha chovido uma única vez!”. Sérgio Caetano leva a indignação ainda mais longe, afirmando que “pouco mais abaixo estavam dezenas de crianças a banhar-se na praia fluvial de Fráguas”.

Alheamento em Castelo de Paiva

Embora as descargas para o Rio Paiva tenham sido notícia e objecto de denúncia, no concelho onde desagua, nomeadamente na pacata vila de Castelo de Paiva, as pessoas abordadas pelo Planetazul dizem desconhecer tais acontecimentos e mantêm imaculada a ideia de que o rio continua a ser um dos mais limpos da Europa.

Por seu turno, fontes ligadas à câmara municipal asseguram que o município só teve conhecimento das descargas “através da comunicação social e das associações, e as mesmas não ocorreram em território do município de Castelo de Paiva”.

Os responsáveis garantem ainda que “neste concelho não se verificou qualquer anormalidade significativa na qualidade da água e nada foi reportado a este executivo”, concluindo que “o Rio Paiva, para Castelo de Paiva, é um ponto de referência turístico pela sua beleza paisagística e pelas condições do seu leito para a prática de desportos radicais”. É nesse sentido que, em conjunto com o movimento "SOS Rio Paiva", a Câmara Municipal de Castelo de Paiva apresentou recentemente uma candidatura ao concurso “7 Maravilhas Naturais de Portugal”, numa forma de sensibilizar os portugueses para a sua preservação.

O Rio Paiva nasce na Serra da Nave, em Moimenta da Beira, e desagua no rio Douro, em Castelo de Paiva, abarcando, no seu percurso de formato dominantemente linear, dez concelhos.

Veja a galeria de imagens da visita do Planetazul

in:http://www.planetazul.pt/edicoes1/planetazul/desenvArtigo.aspx?c=2276&a=17046&r=37

quinta-feira, outubro 15, 2009

Ouve-se por ai! 13. Vale Do Paiva PS!

Governo PS.
Castelo de Paiva PS,
Arouca PS,
Cinfães PS,
Castro Daire PS,
Vila Nova de Paiva PS.
Fornelos, Travanca, Nespereira, Espiunca, Janarde, Covas do Rio, Cabril, Parada de Ester, Ester, Pinheiro, Reriz, Ermida, Ribolhos, Mões, Queiriga, PS.

Vale do Paiva PS!

Portanto:
- só nao se requalificará a Estrada Nacional 225,
- só nao se protegerá o Rio Paiva,
se estes agentes politicos não quiserem!

Demoraram-se decadas para o Partido Socialista alcançar este capital de confiança, mas se não corresponder, em poucos anos o perderá irremediavelmente. E para se ir de encontro ás espectativas das pessoas a acçao dos agentes politicos terá de passar pelas duas situaçoes acima referidas.

terça-feira, julho 14, 2009

Rio Paiva corre perigo! Praia de Fraguas.

O Rio Paiva corre o risco de a médio prazo se tornar um esgoto a céu aberto.
Cabe a cada um de nós lutar por este patrimonio que a todos pertence, mesmo os vindouros.
Estas são as fotos da praia de Fraguas mas outras situaçoes se podem identificar no terreno. As aguas do Paiva têm se vindo a degradar a cada ano que passa, e os ecossistemas, nele e á volta dele, sofrem fortes impactos.
Se nada for feito para parar os atentados feitos a este rio, nos concelhos por onde passa, Vila Nova de Paiva, Castro Daire, Arouca, Cinfaes, Sao Pedro do Sul e Castelo de Paiva, deixaremos a curto prazo de ter o Rio Paiva como sempre o conhecemos.